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Contra o aumento do IMI – os Aveirenses não aguentam mais!

Está a decorrer uma petição online que contesta o aumento “brutal” do Imposto Municipal sobre Imóveis em Aveiro.

Imposto Municipal sobre Imóveis agrava-se
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Os aveirenses não aguentam mais e puseram em marcha uma petição online para recolha de assinaturas contra o aumento "brutal" da taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), no concelho e a exigir o regresso da taxa aos 0,3%, que estava em vigor no ano passado. A taxa está agora nos 0,4% e no próximo ano deverá ir para os 0,5%. A petição online tem por título "Contra o aumento do IMI - os Aveirenses não aguentam mais!" e pode ser encontrada no website peticaopublica.com.

Nos últimos dias os aveirenses têm recebido a notificação das Finanças para pagar o Imposto Municipal sobre os Imóveis de que são proprietários, e em muitas situações, o aumento da taxa resultou em mais 30% do valor a pagar em relação ao do ano passado. A DECO, Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, já havia alertado que os portugueses poderão estar a pagar IMI a mais, cobrado indevidamente pelas Finanças.

Este agravamento e descontentamento levou a que um grupo de pessoas de reunisse e organizasse esta petição. O abaixo-assinado online argumenta que os proprietários não conseguem fazer face a tão grande aumento dada a situação crítica em que muitas se encontram. No desemprego ou com salários baixos, e com o aumento das despesas domésticas (eletricidade, gás, água que se registaram no início do ano), são muitos aqueles que terão de fazer grandes sacrifícios para conseguir pagar este imposto. Nas situações mais críticas, existem muitos que não conseguirão cumprir com o seu dever de pagamento, o que pode trazer graves consequências.

Este abaixo-assinado, que decorre durante as próximas duas semanas, tanto por via online como presencial, reclama, entre outros aspetos, que a taxa de IMI regresse aos 0,3%, impedindo aumentos superiores a 75€, assim como a isenção de pagamento do IMI para as pessoas mais carenciadas. Na petição online, que será depois entregue aos órgãos autárquicos locais, ao Governo e à Assembleia da República, podem ser lidas algumas razões para assinar a mesma, escritas por outros signatários, que somam 167 subscritores (até à hora de fecho desta notícia) desde que a petição se iniciou ontem, dia 26 de março.

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