Um #Incêndio de grandes proporções que está a consumir, desde o início da tarde de ontem, dia 7, uma zona florestal de Arouca, destruiu alguns dos passadiços sobre o rio Paiva. A confirmação surgiu pelas 18h30 por parte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Aveiro. Os passadiços do Paiva tornaram-se este verão num dos grandes pontos de atracção turística da zona norte do país. Devido à grande afluência a autarquia já estava a programar a extensão dos passadiços.

Segundo a TVI24, as chamas que lavravam nas freguesias de Espiunca e Canelas estavam a consumir uma vasta área florestal e acabaram por queimar uma extensão, ainda por confirmar, do passadiço de madeira instalado nas margens do rio Paiva.

A confirmação de que parte do passadiço teria ardido chegou por parte do Presidente da Câmara de Arouca, José Artur Neves. Apesar de não saber confirmar a extensão do passadiço que ardeu, o autarca confirmou que as chamas atingiram a atracção turística.

Pelas 18h30 da tarde de ontem também não havia confirmação por parte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) da extensão do passadiço ardido, no entanto referia que o incêndio envolvia quatro frentes activas e que o vento estava a prejudicar a acção dos 243 bombeiros e das 61 viaturas que se encontravam no local.

Relativamente à evacuação das pessoas que se encontravam no passadiço à hora em que deflagrou o incêndio, o autarca de Arouca refere que tudo correu dentro da normalidade. Graças à rápida intervenção das autoridades, foram fechados os acessos e toda a gente foi evacuada daquela área.

Passadiço vai voltar a abrir

Apesar de não poder apontar datas para voltar a abrir o passadiço ao público, José Artur Neves mostra claramente a vontade de o fazer. Será necessário esperar que o incêndio seja extinto, mas assim que seja possível a obra de reposição das tábuas queimadas irá começar. Assim que a reparação estiver completa Arouca e os passadiços do rio Paiva voltarão a receber visitantes.

O sucesso do passadiço do Paiva, estrutura que se prolonga por oito quilómetros e que atravessa as praias fluviais de Areinho e de Espiunca, já levou a autarquia a anunciar o seu prolongamento. Até 2017 serão mais 12 quilómetros de extensão ao longo dos afluentes Frades e Paivô. #Turismo #Catástrofes Naturais