Um homem de 39 anos foi detido pelo Departamento de Investigação Criminal de Braga da Polícia Judiciária por suspeitas de ser o autor do homicídio da sua "namorada", segundo avança o Correio da Manhã. A mulher, cinco anos mais nova, foi encontrada morta na manhã de sábado, 5 de Março, num quarto em Guimarães evidenciando sinais de violência. A vítima residida em Aveiro e tinha nacionalidade brasileira. A Polícia Judiciária está a proceder a investigações no sentido de apurar as causas daquele #Crime.

O corpo de Poliana Alves Ribeiro foi encontrado com indícios de ter sido espancando e estrangulado, suspeitas que a autópsia, a realizar no gabinete de medicina legal do hospital de Guimarães, deverá confirmar. O caso aconteceu na manhã deste sábado, 5 de Março, numa casa localizada em pleno centro histórico da cidade de Guimarães, conhecida por ali se praticar alterne ilegal. Quando os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) chegaram ao local, por volta das 10 horas da manhã, depararam-se com a mulher já cadáver, no interior de um quarto de difícil acesso, tendo, por isso, comunicado o caso à Polícia Judiciária, a quem compete a investigação.

Pelos elementos de prova recolhidos no local, os inspectores da Directoria de Braga estão convictos que se tratou de um homicídio. Ao início da tarde do mesmo sábado, os polícias identificaram e detiveram o principal suspeito da prática daquele crime, um homem de 39 anos, que terá desenvolvido uma paixão pela vítima apesar de não manter uma relação fixa com a mesma. O indivíduo será presente, na segunda-feira, ao juiz de instrução criminal para primeiro interrogatório, após o qual serão aplicadas as medidas de coacção julgadas adequadas.

Na zona onde terá ocorrido o crime, os moradores disseram aos jornalistas que não se aperceberam de nada anormal, com excepção para a movimentação de bombeiros e agentes da polícia. Dizem, também, que aquela casa está conotada, há já algum tempo, com a prática de prostituição, pelo que tudo leva a crer que a vítima, desconhecida na zona, se dedicaria àquela mesma actividade, ali exercida de uma forma ilegal e camuflada.