A Directoria do Norte da #Polícia Judiciária deteve nesta terça-feira, 17 de Maio, um grupo criminoso indiciado da prática de crimes violentos que tiveram como alvo um empresário. O grupo é constituído por sete homens, com idades entre os 27 e os 41 anos, entre os quais advogados e empresários. Um dos arguidos tem antecedentes criminais pela prática de tentativa de homicídio e tráfico de droga. A vítima é um empresário de Braga que foi sequestrado no dia 11 de Março à frente da filha de 8 anos, que assistiu à ocorrência.

Através de um comunicado emitido na tarde desta quarta-feira, 17 de Maio, a Polícia Judiciária informa que, no âmbito da operação “Fireball”, identificou e deteve um grupo de sete homens fortemente indiciados de vários crimes, entre os quais os de sequestro qualificado e homicídio. Desta forma, os inspectores indiciam que o empresário João Paulo Fernandes terá sido assassinado a seguir ao sequestro “entre as cidades de Braga e Porto”.

Aquelas detenções aconteceram no âmbito das investigações que a Directoria do Norte da Polícia Judiciária levou a cabo após o “sequestro e desaparecimento” de João Paulo Fernandes junto na sua residência, em Braga, e num momento em que estava acompanhado da sua filha menor de idade, única testemunha daquele acto. A operação “Fireball” decorreu nas zonas Norte e Centro do país e incluiu várias buscas em “escritórios de advogados e estabelecimentos”. Os inspectores cumpriram, ainda, “sete mandados de detenção fora de flagrante delito”, por ordem do Departamento de Investigação e Acção Penal de Guimarães.

Para além da detenção dos sete homens, a Polícia Judiciária apreendeu também várias armas de fogo, gorros, algemas, avultado montante em dinheiro, veículos automóveis, bem como “objectos e documentos” que, no entender dos inspectores, têm “relevância probatória” sobre os factos em investigação. Entretanto, o Jornal de Notícias avança com a informação que entre os detidos estão os advogados Pedro Grancho Bourbon e Manuel Grancho Bourbon, com escritório na cidade de Braga. #Justiça #Crime