O Grupo de #Teatro Amador da Juventude Unida das Marinhas apresenta mais uma produção, a peça de teatro “Aqui há Fantasmas”, de Henrique Santana. A estreia da peça teve lugar no salão paroquial das Marinhas no dia 5 de Março, registando uma enorme afluência de público e esgotando a sala.

Esta peça terá uma nova apresentação no dia 11 de Março, pelas 21h30, no Auditório Municipal de #esposende, no âmbito do FESTIAMA (festival de teatro amador de Esposende). Devido à enorme afluência de público, foi marcada uma data extra para domingo, às 16 horas, no mesmo local. Os bilhetes para os espectáculos de sábado e domingo já estão esgotados.

O grupo de teatro amador da JUM das Marinhas conta já com largos anos de actividade, tendo ganho um novo fôlego no âmbito do programa (CREARTE), programa de incentivo ao crescimento da arte teatral em Esposende promovido pela autarquia local.

A peça a apresentar será uma obra teatral original do malogrado actor Henrique Santana, que também foi um dos protagonistas da peça na sua versão original, interpretando uma das personagens centrais do enredo.

Consta que uma casa senhorial está assombrada. Então o professor Hermes decide fazer lá uma experiência em que vem magicando há já muito tempo: testar a pílula da coragem. Escolhe um pobre diabo, o Chichas, para cobaia, e promete-lhe 150 contos em troca de ele passar a noite naquela casa, onde será submetido a experiências de terror, provocando-lhe o medo.

Pede a um colega que se disfarce de fantasma para assustar o homem. Só que há outros fantasmas lá em casa.

Henrique Santana teve uma vida inteira dedicada ao teatro, ou não fosse filho de dois actores, Arminda e Vasco Santana. Aos 8 dias de vida já ia para os teatros, onde trabalhava o avô, prestigiado mestre de carpintaria teatral.

Henrique Santana, sobrinho dos consagrados José e Luís Galhardo e genro de Maria Matos, teve por companheira, no espectáculo e na vida, durante mais de 44 anos, a actriz e encenadora Maria Helena Matos, que apresenta este programa.

O seu destino era inevitavelmente o espectáculo, tendo-se estreado como autor aos 18 anos. Produziu ao longo da sua carreira mais de meia centena de textos originais, representados em Portugal e no estrangeiro, assinando também mais de 150 traduções de peças.

Fez rádio, cinema, televisão e teatro, tendo sido homenageado pelos seus colegas no Teatro Maria Vitória e pela Companhia do Teatro Animação de Setúbal.

Em 1994 foi agraciado com a Ordem de Santiago da Espada. #Autarquias