Na sexta-feira (24 de Março), uma pessoa terá escapado por milagre a uma morte quase certa. Adelino Briote, de 63 anos, que terá degolado com uma arma branca quatro pessoas em São Veríssimo, Tamel, também quereria matar mais uma pessoa: uma jovem de 17 anos, que supostamente é a testemunha mais importante do processo de #Violência doméstica do qual ele é arguido. A menina terá testemunhado agressões violentas a vários familiares, pelas quais Adelino Briote é responsabilizado.

Apesar de o suspeito continuar a manter silêncio absoluto relativamente às motivações que o levaram a matar aquelas pessoas, o Correio da Manhã já adiantou que os múltiplos homicídios terão feito parte de um plano de vingança.

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Segundo este jornal, as vítimas tinham recusado ser testemunhas abonatórias no processo de violência doméstica.

O alegado homicida, que entretanto já confessou os crimes, encontrava-se em liberdade condicional após ter sido condenado a uma pena suspensa de três anos e dois meses por violência doméstica. Tinha sido condenado por agressões violentas à sua filha e sogra em Março de 2015. As quatro vítimas mortais e aquela que, por sorte, conseguiu fugir ao massacre, tinham testemunhado contra ele em tribunal.

Depois de todos os corpos terem sido recolhidos, foram prontamente transportados para o Instituto de Medicina Legal(IML) de Braga, para a realização das respectivas autópsias.

De recordar que as vítimas deste banho de sangue em São Veríssimo, Tamel, foram um casal (o homem com 84 anos e a mulher com 80), uma mulher com 60 anos e outra com 37, que se encontrava grávida de sete meses.

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Foi detido pela Guarda Nacional Republicana (GNR) de Barcelos, mas, pelo facto de terem ocorrido mortes, a investigação transitou para a #Polícia Judiciária (PJ) de Braga. Por isso, depois de o alegado homicida ter sido detido, ficou imediatamente nas instalações da Polícia Judiciária (PJ) de Braga até sábado (25 de Março), dia em que foi presente em tribunal para primeiro interrogatório judicial, onde ficou a conhecer a medida de coação aplicada; o juiz decidiu pela medida mais gravosa, a prisão preventiva. #Crime