O castelo de Penela prepara-se para receber 50 mil pessoas para visitarem a Vila Presépio Portugal. O evento, que decorrerá de 1 de Dezembro a 10 de Janeiro, contempla um presépio animado e um outro ao vivo. Já na vila do Espinhal, no mesmo concelho de Penela, estará instalado um presépio tradicional feito por artesãos locais, e uma mostra de mil presépios em miniatura. O programa preparado pela Câmara Municipal é vasto e contempla um conjunto de actividades para atrair os milhares de visitantes que, desde 2008, aproveitam a quadra natalícia para se deslocar àquela vila do distrito de Coimbra.

Instalado pela primeira vez em 2008, o presépio animado no castelo de Penela conta este ano com figuras criadas em impressoras 3D e depois pintadas à mão. Centenas delas irão protagonizar quadros representativos dos tradicionais presépios portugueses. Por outro lado, o presépio ao vivo recriará os labores, o comércio e costumes de um povo da época do nascimento de Jesus, assim como os ritmos e as rotinas. Já na vila do Espinhal, freguesia do concelho de Penela, estarão disponíveis 260 metros quadrados para um presépio tradicional a cargo dos artesãos locais que ali representarão a vila e o seu património.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Penela, Luís Matias, a Vila Presépio Portugal estende-se por uma área de 500 metros quadrados onde estarão expostas mais de uma centena de figuras do presépio tradicional. Na conferência de imprensa de apresentação do evento, o autarca social-democrata enalteceu o facto de aquele complexo natalício ter vindo a fidelizar um número “interessantíssimo” de milhares de pessoas, oriundas de vários pontos do país.

Na opinião de Luís Matias, os penelenses sentem o Vila Presépio Portugal como seu, uma vez que desde a primeira edição que apenas tem mobilizado recursos e meios do município. Este ano conta com o apoio da Entidade #Turismo Centro de Portugal, através da atribuição de um apoio de 3.750 euros como forma de comparticipação das despesas de promoção. O município investe este ano entre 70 a 80 mil euros, prevendo que mais de metade seja compensado com as receitas de bilheteira. No entanto, Luís Matias sublinha o “impacto muito positivo” que o evento tem sobre a economia local.

 

#Autarquias