Um adolescente de 16 anos de idade morreu na noite desta sexta-feira, 2 de Dezembro, caindo inanimado durante o treino da equipa de futebol juvenil do Grupo Desportivo da Ereira, no concelho de Montemor-o-Velho. O jovem foi imediatamente assistido pelos técnicos do clube tendo os #Bombeiros continuado com as manobras de reanimação. Contudo, os socorristas não conseguiram reverter a situação. A morte de Francisco está a gerar uma onda de consternação em toda a comunidade local.

O terceiro treino semanal da equipa do Desportivo da Ereira acabou da pior maneira. Por cerca das 20 horas desta sexta-feira, Francisco Cravo Acúrcio caiu inanimado no campo de jogos. Foi imediatamente assistido pelos elementos do próprio clube e quando os bombeiros voluntários de Montemor-o-Velho chegaram ao local depararam-se com o jovem atleta em paragem cardiorrespiratória. Solicitaram o auxílio ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) que prosseguiram com as respectivas manobras de reanimação, mas sem sucesso. Apesar do esforço dos socorristas, durante cerca de uma hora, não conseguiram reverter a situação da vítima. Francisco ainda foi transportado, em estado de emergência, para o Hospital Distrital da Figueira da Foz, onde viria a ser declarado o óbito.

O adolescente era atleta do Grupo Desportiva da Ereira, pertencente aos escalões de formação desde há seis anos. No início da presente época desportiva, Francisco realizou os habituais e exigíveis exames médicos, não tendo sido detectada qualquer situação anómala. A sua morte deixou em estado de choque, não só os dirigentes e restantes atletas do clube, bem como a própria comunidade local. Perante o sucedido, o Instituto Nacional de Emergência Médica enviou para o recinto desportivo uma equipa de psicólogos para prestar apoio.

Na sua página no Facebook, o Grupo Desportivo da Ereira referiu que está a atravessar pelo seu “mais doloroso momento” desde que criou a sua escola de futebol. “É difícil aceitar e de imaginar a dor que sentimos pela perda de um tão jovem atleta”, afirma, lamentando a forma “tão inesperada, inexplicável e sem sentido” em que o “Fran”, como era carinhosamente apelidado, perdeu a vida. #Óbito #Casos Médicos