A arte pela sua qualidade estética e os diamantes pelo material de que é constituído e pela sua beleza podem valer fortunas. E isso não passa despercebido, inclusivamente, a criminosos. Existe gente disposta a correr todo o tipo de riscos para atingir um único fim... enriquecer. Roubar pode ser a forma mais fácil de lá chegar, mas também pode ser a mais difícil e seguramente é uma das mais ilegais. Conheça 3 histórias que constam na lista dos maiores roubos de arte e de diamantes.

O edifício do Centro de Diamantes, que se situa na cidade belga de Antuérpia, é o banco mundial dos diamantes. É constituído por incríveis mecanismos de segurança e por 160 cofres onde os mais relevantes empresários de diamantes do mundo guardam as suas pedras.

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Quatro ladrões decidiram desafiar as baixas possibilidades de um assalto bem-sucedido à "Catedral" dos diamantes e delinearam, durante 2 anos, um esquema de roubo dos cristais. A estratégia passou inicialmente por observar o funcionamento da segurança, reservar uma sala no edifício e depois fazer duplicações das chaves dos locais. Em fevereiro de 2003, o plano entrou definitivamente em ação. As câmaras de vigilância exibiram imagens já emitidas anteriormente, o sistema de alarme foi adulterado e os diamantes de 123 cofres foram "limpos". As pedras roubadas que tinham um valor de 100 milhões de dólares, nunca mais foram vistas, já "os amigos do alheio" foram apresentar as suas facetas na prisão.

Foi na Holanda, no Museu Nacional Vincent Van Gogh, local onde está a maior parte das pinturas de Van Gogh, que se assistiu até hoje ao maior roubo artístico da história.

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A história remonta a abril de 1991: 20 obras de Van Gogh, avaliadas em 500 milhões de dólares, estiveram desaparecidas durante meia hora. Graças à rápida intervenção policial, as pinturas foram descobertas (perto de uma estação de comboio, num carro estacionado). Quanto aos "artistas" do crime, até hoje só se sabe que foram 2 homens munidos de armas, que tinham a cara escondida por máscaras, e que demoraram 45 minutos para executar o roubo.

Vincenzo Peruggia foi um italiano que trabalhou como funcionário das limpezas no Museu do Louvre, em Paris, a capital de França. Argumentou mais tarde que tinha o sonho de ver o famoso quadro de Leonardo da Vinci, "Mona Lisa", regressar à sua "Casa": Itália. Não se conformando com o roubo da obra feita pelos gauleses ao seu país de origem, a 21 de agosto de 1911, Peruggia retirou a Mona Lisa do Louvre, e sem que ninguém desse por isso, deslocou-se para sua casa tranquilamente. Durante os 2 anos seguintes, a polícia francesa tentou encontrar sem sucesso os protagonistas deste caso. A história só teve um desfecho positivo em 2013. Como? Simples! Um curador de um museu italiano e um negociante de artes foram abordados pelo criminoso para comprarem a obra. Resultado… Peruggia foi preso e Mona Lisa regressou ao Louvre.