9, 3 milhões de visitantes, sendo que mais de metade tinha idade inferior a 30 anos, 40 % teve acesso gratuito e 70 % eram estrangeiros (cuja proveniência era sobretudo da América do Norte, da China, do Brasil, da Itália e da Grã Bretanha). Estes são os dados fundamentais que contribuem para o famoso Museu do Louvre ser novamente o mais visitado do mundo. Este numero, é semelhante ao mesmo registado em 2013, mas ainda está um pouco distante do ano "dourado" de 2012, em que se registaram 9,7 milhões de visitas. A apresentação da escultura "Victoria de Samotracia" (após o trabalho de restauro) e as melhorias efetuadas nas salas que abordam a arte do século XVIII, permitiram uma subida em 100 mil visitantes às coleções permanentes do Louvre.

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O Museu do Louvre integra mais de 380 mil obras, sendo que em exibição permanente, distribuídas em 8 sectores, podem ser vistas mais de 35 mil obras de arte. A seção de pintura é a segunda maior do mundo (apenas ultrapassada pelo Museu Hermitae), e contem 6 mil peças em exposição permanente, ou seja metade das que realmente tem: 12 mil. O Estado francês, a partir da Reunion des Musées Nationaux é o responsável pela administração deste património situado no Palácio do Louvre, no centro da capital de França, Paris.

História

Em 1190, o Rei Filipe II criou, no local onde se situa o Museu do Louvre, uma fortaleza para proteger Paris das ofensivas Vikings. Um século mais tarde, Carlos V transformou o espaço num palácio. E já nos reinados de Francisco I e Henrique II foi ali implementado um palácio real.

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Também importante foi o contributo do monarca Luís XIV, que entre outros méritos, converteu vários edifícios em museus. Um processo que teve inicio em 1692, quando fundou na Sala das Cariátides uma coleção de esculturas clássicas.

Porém, foi entre os anos de 1750 e 1785, que se elaborou a proposta do Louvre para museu permanente. Tal ideia deveu-se ao Supervisor Geral dos Imóveis do Rei, Marquês de Arigny, e também ao Conde Angivillier. O projeto foi aprovado a 6 de maio de 1791. A Assembleia Revolucionária foi bastante clara: o Louvre tinha, a partir de então, a obrigação de ser um "guardião" de todas as heranças científicas e artísticas .

As últimas grandes mudanças neste espaço, decorreram em 1983, por iniciativa do presidente francês François Mitterrand. Um projecto intitulado "Grand Louvre", onde se salentam duas medidas: a construção de novos espaços para exposição, e a conceção, perto da atual entrada do museu, da controversa pirâmide da autoria de I. M. Pei, um arquiteto chinês. A partir de 2002, o número de visitantes duplicou. #Curiosidades