Tal como acontece todos os anos desde 1977, os Brit Awards distinguiram este ano o que de melhor se faz na indústria musical internacional. A cerimónia ficou, contudo, marcada por um incidente com Madonna. A cantora estava a cantar o último single "Living for love", quando foi traída pela indumentária. O momento tornou-se viral na Internet: um bailarino puxou a capa da cantora, tal como estava previsto na coreografia, mas tanto o gesto como o equilíbrio da rainha da pop falharam.

A cantora norte-americana, com cinquenta e seis anos, fez, no entanto, valer a máxima de que o espetáculo tem de continuar e recuperou a postura com a ajuda dos bailarinos.

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Mais tarde explicou no Instagram que a culpa foi da capa Armani, que estaria demasiado apertada e agradeceu o cuidado de todos os que se preocuparam, depois da queda aparatosa. A cerimónia de entrega dos prémios mais importantes da #Música britânica ficou marcada por este episódio, mas nem tudo correu mal. Que o diga Ed Sheeran que venceu as principais categorias: melhor cantor e melhor álbum britânico do ano. Sam Smith era o favorito, depois de a semana passada ter conquistado quatro Grammys em Los Angeles, desta vez levou menos de metade dos galardões para casa. Estava nomeado em cinco categorias, venceu duas: sucesso global e revelação do ano.

Paloma Faith subiu ao palco para receber o prémio de melhor cantora britânica. Taylor Swift foi a escolhida para abrir a noite, ao som de "Blank space" e acabou a festejá-la ao receber o prémio de melhor artista feminina internacional do ano.

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Pharrell Williams venceu o mesmo prémio mas na categoria destinada aos homens. Por último, os Royal Blood foram considerados o melhor grupo britânico do ano, os Foo Fighters o melhor grupo internacional, tendo a banda já ganho o mesmo prémio nos MNE Awards. Por sua vez, o público elegeu o videoclipe dos One Direction como o melhor de 2014. O prémio de melhor canção britânica foi para "Uptown Funk", de Mark Ronson, que contou com a colaboração de Bruno Mars.