Os Decline Of The I estão em vésperas de lançar o seu segundo trabalho e vão proporcionar uma pequena amostra do mesmo através da revista Zero Tolerance Magazine. O segundo álbum tem o título de "Rebellion" e é a segunda parte da trilogia que a banda iniciou em 2012 com "Inhibition", sobre a forma como o indivíduo (em princípio, ocidental) reage e suporta as agressões da sociedade. A primeira parte é a inibição, a segunda a revolta e a terceira a fuga. A faixa escolhida foi a "Lower Degree Of God's Might" que vai servir de avanço para "Rebellion"; será lançado na Europa a 27 de Fevereiro e a 10 de Março na América do Norte, através da editora polaca Agonia Records (que editou também o mais recente trabalho dos < C O D E > ).


"Rebellion" tem sete músicas e mantém a sua abordagem avant-garde e experimental ao black metal, forte em ambiências e atmosfera negra. O álbum foi gravado no Studio de Chine com Khatchik Hovikian (dos L'Odeur Du Tchaman) a servir de produtor, enquanto Xort (com colaborações com os Seth, Alcest, Vorkreist e Anorexia Nervosa) ficou responsável pela masterização. O artwork e trabalho gráfico ficou a cargo do conhecido fotógrafo francês e cineasta David Fitt (também conhecido pelo seu trabalho com os Secrets Of The Moon, Svart Crown e Aosoth). O álbum ainda contou com Olivier dos Eros Necrospique como convidado especial. O trabalho vai estar disponível em cd (digipack), vinil de 12" negro e uma edição limitada de vinil vermelho (também de 12 polegadas) e ainda em formato digital.


A banda é liderada pelo multi-instrumentista A.K., bem conhecido na cena extrema francesa dos últimos quinze anos por ter tocado como bandas como Merrimack, Vorkresit, Neo Inferno 262, Diapsiquir e Malhkebre. Segundo o mesmo, os Decline Of The I são a sua abordagem muito pessoal à #Música negra. Conta com a colaboração de músicos de bandas como Merrimack, Anus Mundi, Temple Of Baal, Drowning e Eibon.

Segundo A.K., o objectivo para este álbum era expressar algo mais distorcido e violento que no primeiro, mas de uma forma mais pessoal. Cansado de ouvir bandas que se copiam umas às outras, A.K. tentou mostrar algo muito seu, os seus sentimentos, o seu lado negro, mesmo tendo perfeita consciência que não será algo para todos ouvirem, mas que será para aqueles a quem sabem como ouvir música. #Entretenimento