Decorre desde esta manhã, dia 10 de Fevereiro, uma conferência internacional, subordinada ao tema "Tourism vs. Heritage", na Universidade Lusíada, em Lisboa. Esta conferência é organizada pelo Centro de Investigação em Território, Arquitectura e Design, deste mesmo polo de ensino, com a parceria da Câmara Municipal de Torres Vedras. Trata-se de uma investigação sobre a identidade cultural de cada região por Luís Miguel de Barros Moreira Pinto deu origem a esta iniciativa. É considerada a primeira de cinco espalhadas por território nacional e mais cinco dispersas pelo mapa europeu, que analisa e "valoriza o passado histórico e cultural".

A escolha de pontos diferentes para a apresentação da problemática derivou da importância do passado que constitui Lisboa, a faculdade referida anteriormente, pela localização num palácio na Rua Junqueira muito próximo da zona turística de Belém e também Torres Vedras.

Publicidade
Publicidade

Estão previstas nesta abertura solene as seguintes entidades: o reitor da Universidade, a Diretora do Convento de Cristo, a Diretora Geral do Ensino Superior, o Coordenador do CITAD, o Presidente da Associação Nacional dos Avaliadores Imobiliários, e representantes da Câmara Municipal de Torres Vedras. Será feita uma visita ao Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro, pelas 14h30, bem como uma prova de aguardente da região com direito a um lanche no restaurante O Braga.

Nas apresentações previstas, há uma grande expectativa com "os profissionais e os investigadores, que vão participar" e que de alguma forma "ajudem a divulgar um suposto problema centrado entre a "Globalização Vs Identidade Cultural". Existe uma tentativa de "levar as pessoas a pensar se a Globalização" é um problema.

Publicidade

A referência ao impacto do #Turismo e o papel dos museus no painel de hoje levou-nos a antecipar umas perguntas previamente à organização que prontamente foram respondidas, considerando que o "aumento significativo de taxas" na área deveriam ser aplicadas "na manutenção da memória cultural, e caracterizadora de cada região". Sobre os museus "preservam o património cultural material e imaterial […] Funciona como uma espécie de um banco de memórias vivas", concluiu o investigador Luís Miguel de Barros Moreira Pinto.

Em paralelo decorre uma exposição, com cerca de 65 fotografias, na qual cada participante tem de demonstrar o que significa o património.