O Oceanário de Lisboa vai exibir durante 2 anos e meio a exposição temporária "Florestas Submersas", por Takashi Amano, que é considerado o maior "nature aquarium" do mundo. Amano é um fotógrafo japonês de paisagem que já visitou florestas tropicais na Amazónia, Bornéu e Oeste de África, e florestas mais primitivas no Japão. O seu trabalho incide sobre a #Natureza no seu estado mais puro e intocado e utiliza câmaras de grande formato. O objectivo da exposição é mostrar a dualidade entre a simplicidade e grandiosidade da natureza, através do sistema aquático e das florestas tropicais. Estes ecossistemas tão únicos, característicos e voláteis, em constante mudança e vão captar a atenção dos visitantes e conduzi-los numa viagem até às origens da vida.

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A principal obra de "Florestas Submersas" é o aquário, cuja criação se deve a Takashi Amano e que pretende cativar e envolver os visitantes numa experiência inédita, chamando a atenção para a conservação e manutenção do equilíbrio da natureza, que é tantas vezes posta em causa pelo Homem. O "nature aquarium" possui 40 metros de comprimento, 160 mil litros de água doce, 4 toneladas de areia, 25 toneladas de rocha vulcânica dos Açores e 78 troncos de árvores provenientes da Escócia e Malásia, sendo completado por 10 mil peixes tropicais e 46 espécies de plantas aquáticas.

A harmonia do ambiente é complementada com uma banda sonora dedicada ao conceito "Florestas Submersas by Takashi Amano", composta por Rodrigo Leão, e criando um ambiente mais intimista e envolvente de modo a fundir o visitante com o tema.

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Resultou inclusivamente na edição de um CD, cujos temas são todos inspirados na natureza. O sexteto, formado especialmente para a ocasião, realizará vários concertos no auditório "Mar da Palha", no Oceanário de Lisboa, em Maio, nos dias 1, 2, 3, 16, 23, 24, 30 e 31, e em Junho, nos dias 6 e 28, em duas sessões das 17h às 19h.

O bilhete tem um custo de 25€, que inclui a entrada na exposição entre as 10h e as 19h, sendo que o espectáculo tem uma duração de 65 minutos, pelo que a organização do Oceanário recomenda que a visita à exposição seja efectuada antes do concerto.

João Falcato, administrador do Oceanário de Lisboa, pretende que as expectactivas dos visitantes sejam atingidas, afirmando que "temos a certeza que terão uma experiência nunca antes vivida ou imaginada e impossível de repetir, por ser uma exposição única no mundo". #Entretenimento