O "pavor de morte à rotina" torna-o um "desassossegado". É incapaz de fazer uma única coisa e não exclui nunca a possibilidade de experimentar "muitas outras idiotices". "Queres casar comigo todos os dias, Bárbara?" é mais recente história de Pedro Chagas Freitas e o amor volta a ser o protagonista. Tudo o que faz, "profissional ou pessoalmente", "é por amor" e não podia ser de outra forma.

O autor, que não é escritor mas "um gajo que escreve cenas", pergunta mesmo se "há algo mais do que o amor na vida". Todos os dias, e várias vezes ao longo do dia, pede a sua mulher em casamento. Não conhece outra forma de amar. A sua primeira história de amor celebra dez anos de vida, numa década com 22 obras publicadas e mais de 150 criadas.

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São milhares de páginas que ficam por revelar, pedaços de um homem que foi, entre outras coisas, jornalista, redator publicitário, barman, operário fabril, jogador de futebol e nadador salvador.

A viver na "Lamechalândia", na "terra onde os sentimentos predominam", Pedro Chagas Freitas não conhece "melhor local para viver" e para escrever. "Eu sou Deus", "Ou é Tudo Ou Não Vale Nada", "In Sexus Veritas" e "Prometo Falhar" são algumas das obras de alguém que escreve porque tem de escrever e que acredita que "a felicidade tem de ter uma pitada de excesso". Embora "Queres casar comigo todos os dias, Bárbara?" tenha sido publicado há apenas alguns dias, já existem "mais dois #Livros escritos" e, sem surpresas, são histórias de amor. Como afirma o autor, "são todas, são todas...". #Literatura #Personalidades