O segundo dia de festival começou com a portas a abrirem às 20h e os The Pilinha a subirem ao palco. Com o seu estilo próprio, a banda de ska e reggae, foi recebendo os festivaleiros que iam entrando aos poucos num fim de tarde nebuloso. Uma banda composta por 7 elementos, instrumentos de corda e de sopro e muita alegria. Com uma mão cheia de originais divertidos, agitaram o pequeno público com as suas canções Skasevai, Maria Joana e Zé da Maria Rita.

Logo em seguida, foi a vez dos Groove Mood espalharem a festa. Com uma sonoridade ao estilo ska e algumas influências do rock, reggae e punk, foi conquistando os presentes com boa disposição e passinhos de dança.

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Os cinco elementos da banda lisboeta tocaram músicas do EP de estreia, intitulado Bear Core, e do novo álbum, lançado este ano, Livin’ The Good Life. Os Groove Mood pediram ao público para aproveitar a vida, mas caso o mesmo não o faça, decerto que ao menos aproveitou bem este concerto.

Às 22h30m chegou a hora da família mais querida do reggae português espalhar boas vibrações, os One Love Family. Uma energia inexplicável circulou por todos através de canções do primeiro álbum Allelujah, como Reggae Music e Live in Peace. Do álbum mais recente, Revolution, músicas como As Ruas de Lisboa e O Povo É Pau Para Toda A Obra, carregadas de crítica social, fizeram o público cantar com a banda.

Entretanto, às portas do evento, formava-se uma enorme fila de gente para entrar. Estava prestes a começar o concerto mais esperado da noite, o de Sam The Kid & Mundo Segundo.

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Foi sem dúvida o melhor concerto de todo o festiva [VIDEO]l. Repleto de grande êxitos e convidados que levaram a plateia ao rubro. Para além de Sam The Kid & Mundo Segundo, marcaram também presença Dj Guze que acompanha o duo de rappers, NBC e Maze.

No concerto nada ficou para trás. Desde o êxito a Juventude é Mentalidade, à Sofia que foi cantada em dueto com Eva, uma rapariga da plateia que subiu ao palco, ou o És Onde Quero Estar, até ao Bom Dia. E claro, os Poetas de Karaoke que finalizaram o espectáculo. 

Em entrevista à rádio Summer Blast, após o concerto, Sam The Kid, diz que gostou da reacção do público e que “estar neste festival foi um prazer”, apesar de se sentir “mais exausto que o normal”. Acerca da união com Mundo Segundo, Sam diz que já são amigos há muitos anos, que estão “há mais de 10” para fazer um disco e que “agora chegou a hora”. Começaram a gravar há 2 anos, e estão a tentar que saia ainda este ou no próximo ano. No futuro o espetáculo será mais em volta do álbum de ambos, mas continuarão a tocar músicas das suas carreiras a solo, pois são “bem recebidas de norte a sul do país”.

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E muito em breve, ainda antes do álbum chegar fisicamente, sairá uma nova música e videoclip.

Tocar com NBC e Maze é “sempre um prazer”, mas “já nem é nada de novo”, são “amigos de longa data”. O NBC é “uma pessoa que aprecia todos os momentos e é muito grato por todos eles”, diz Sam que admite viver de uma forma “mais dormente”, mas muito grato por onde chegou.

Após a excitação dos raps e das batidas de hip-hop, vieram os Pás de Problème acabar esta segunda edição de festival. [VIDEO] Com um estilo realmente frenético e uma autêntica performance em palco, agitaram o público das primeiras filas. Como se costuma dizer ‘lançaram foguetes, fizeram a festa e apanharam as canas’. Gritavam “Real Padrada”, saltavam, atiravam-se para o chão e tocavam uma mistura de jazz com punk alucinado.

Acabou assim a noite no recinto que foi sendo animada por vários DJ’s no palco eletrónico. Os festivaleiros tiveram ainda a oportunidade de entrar na discoteca Faraó para dançarem ao som de Dj Ride.

  #Festivais #Concertos

Veja aqui o vídeo do segundo dia.