Uma das mais clássicas bandas de pós-punk está de volta. Os Killing Joke, influência para bandas tão díspares como Metallica, Nine Inch Nails e Soundgarden, voltam aos originais com “Pylon”. Este álbum, que será o décimo sexto da banda, será lançado pela Spinefarm Records no dia 23 de Outubro. Como avanço ao novo trabalho está disponível o lyric vídeo da #Música “I Am The Virus”, que pode ser conferido no final deste artigo.

A banda conta com parte do alinhamento original onde pontificam Jaz Coleman na voz e teclas, Geordie Walker nas guitarras, Youth Glover no baixo, Paul Ferguson na bateria e voz, sendo depois completada por Reza Uhdin também nas teclas.

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Será com este alinhamento que a banda vai percorrer o mundo numa série de espectáculos que começarão em Outubro, no Reino Unido.

“Pylon” foi produzido no Reino Unido e Praga pela banda e por Tom Dalgety (cujos créditos incluem o trabalho de sucesso estrondoso dos Royal Blood) e não é propriamente música para relaxar em casa em frente à lareira. “Pylon” é tão música como ritual – crua, sem compromissos e muito focada nos seus alvos em termos de letras. O artwork ficou a cargo de Mike Coles, o artista responsável pelo trabalho gráfico do primeiro álbum da banda.

Sobre o título da banda, Youth comentou no comunicado de imprensa da editora que o mesmo é muito simples. Simplesmente forte e brutal suicídio industrial, o terceiro de três álbuns que funcionam como um só. Pesado e sem compromissos com letras distópicas e sem esperança assim como alguma espécie de celebração visionária.

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Para Youth, a banda trata de se manter cega no que diz respeito aos géneros musicais de forma a que a sua música consiga abranger uma vasta gama de influências, desde disco passando pelo heavy metal e até para além disso.

Enquanto algumas bandas com uma certa idade lutam para se manterem relevantes, os Killing Joke estão a lançar o melhor e o material mais relevante das suas carreiras, sem qualquer tipo de suavização ou adoçar do seu som para que tenham uma maior aceitação. A linha na areia que se mantém aparte da música comercial e da existência das grandes corporações que fazem da música um negócio e com uma música como “I Am The Virus” a fornecer um sabor amargo das restantes iguarias que o álbum contém. Jaz Coleman termina a dizer que este álbum, composto por 16 faixas, realmente demonstra o poder dos Killing Joke.

O álbum está disponível para pré-compra através de um site criado para o efeito através da empresa Pledge Music e será lançado numa grande variedade de formatos, incluindo uma edição de luxo de cd duplo e uma edição limitadíssima em vinil colorido duplo, ambas versões com diversas faixas adicionais.