Foi durante o evento anual UBS Global Media and Communications Conference, realizado na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, entre os dias 7 a 9 de dezembro, que o vice-presidente da produtora cinematográfica Lionsgate, Michael Burns, admitiu a possibilidade da saga "The Hunger Games" continuar com mais aventuras nos grandes ecrãs. Apesar da vontade da produtora em continuar a história, baseada nos livros da escritora Suzanne Collins, a mesma ainda não formalizou a realização de outros #Filmes. No entanto, tendo em conta o sucesso que os filmes têm alcançado a nível mundial, dar continuidade à saga ainda não passa de uma especulação mas poderá mesmo ser realidade.

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Um dos obstáculos que se poderia colocar à continuação dos filmes é o facto de não existirem mais livros desta história publicados pela autora. De recordar que o final da história de Katniss Everdeen e do universo de Panem termina no livro "A Revolta - Os Jogos da Fome, Livro III", que foi recentemente adaptado para o #Cinema e ainda se encontra em exibição. Segundo o site IGN, o vice-presidente avançou, sem adiantar muitos detalhes, que a intenção não será continuar com essa parte da história mas sim dar vida à saga através de spin-offs e prequelas. Assim tudo leva a crer que o foco destas possíveis produções irá ser sobre os acontecimentos que culminaram na origem dos Jogos da Fome, ou seja, em acontecimentos anteriores aos momentos vividos no primeiro filme.

De lembrar que o último filme, até ao momento, da saga "Os Jogos da Fome" está em exibição nos cinemas e tem arrecadado bons números.

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No box office do fim-de-semana de 2 a 6 de dezembro nos Estados Unidos e no resto do mundo, o filme "The Hunger Games: Mockingjay - Parte 2" foi o mais visto, arrecadando no total (a nível mundial) perto de 534 milhões de dólares. No entanto, segundo estes números, o último filme da franquia é o mais fraco dos quatro filmes. Em Portugal, no mesmo fim-de-semana, era pelo terceiro fim-de-semana consecutivo o filme mais visto nos cinemas, apesar de se registar uma quebra de 38% na bilheteira.