É uma escolha revelada pelo site Observador. Quem foram os 7 reis que mais marcaram a #História de Portugal? Certamente que esta escolha não é consensual. Conheça aqui os eleitos. Concorda com estas escolhas?

D. Afonso Henriques, "o Conquistador", foi o nosso primeiro rei e lutou contra a mãe, D. Teresa, para conseguir a independência de Portugal, alargou o território e teve ainda que esperar mais de 30 anos para ver o nosso país reconhecido oficialmente como uma nação. Conseguiu-o em 1179, através da bula Manifestis Probatum.

D. Dinis, "o Lavrador", foi um dos monarcas mais cultos de Portugal. É conhecido com o "lavrador" pelo importante contributo que deu para o desenvolvimento da agricultura no país (em particular para o crescimento do Pinhal de Leiria) e ainda como o "Rei Poeta" pelo seu trabalho ligado às letras.

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Fica especialmente associado à fundação da Universidade de Coimbra, (que inicialmente se situava em Lisboa), que foi a primeira instituição de ensino superior do país. 

D. João I, "O rei da Boa Memória", em condições normais não teria chegado ao poder, pois era apenas meio-irmão do rei seu antecessor, D. Fernando. Foi graças a ele que se deu início à segunda dinastia em Portugal. Chefiou a revolução de 1383, que culminou com o assassinato do Conde Andeiro no Paço de Limoeiro, em Lisboa. Ao negar-se a submeter-se às forças castelhanas, o povo, a nobreza e o clero declararam-no rei em Coimbra nas cortes de 1385. D. João I fica ainda associado ao início das grandes proezas marítimas.

D. João II, "O príncipe perfeito" - João Ferreira conta no site Observador que "no trono desde 1481, D. João II (1455-1495) levou a cabo uma política coerente, determinada pela razão de Estado.

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Foi essa novidade que não entenderam o duque de Bragança nem os seus irmãos e cúmplices. O rei deixara de ser o primeiro dos nobres e passara a estar acima da nobreza". Quando se refere aos duques de Bragança, pretende transmitir que pela primeira vez uma pessoa influente era condenada à morte em frente ao povo, sendo acusado de conspirar (com o apoio dos Reis Católicos) contra o rei português.

D. João V, "O Magnânimo", foi o rei mais abastado de toda a história da coroa portuguesa. Isso explica-se pelo fato de ter aplicado o famoso imposto designado de "O quinto". Esta medida consistia em que 20% do ouro explorado no Brasil pertencesse ao rei. O rei investiu a sua riqueza em espaços como Palácio de Mafra, Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra ou Aqueduto das Águas Livres, que hoje são referências do património cultural português. As incursões do rei ao estrangeiro deixavam deslumbrados tudo e todos. A beleza dos coches era impressionante. Algumas das suas obras surgiram na sequência dos casos que teve com  freiras no convento de Odivelas (teve filhos com  algumas delas): o Palácio Pimenta é um desses exemplos. 

D. Maria II, "A Educadora", vivia no Brasil quando em 1826, aos 8 anos, foi anunciada como a futura rainha de Portugal.

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D. Pedro IV acabou por renunciar ao cargo, passando assim o trono para a filha Maria. D. Pedro, de forma a ultrapassar a guerra entre liberais e absolutistas, sugeriu ao seu irmão D. Miguel que se casasse com a sobrinha D. Maria. Teria o título de Lugar Tenente do Reino. D. Miguel concordou, mas ao chegar a Portugal não cumpriu a promessa. Tudo terminaria com a Guerra Civil em 1834.

No trono, a Rainha teve de lidar com os grupos vitoriosos da Guerra Civil, que de tudo faziam para ter mais poder e ainda com a gestão de poder que atribuía aos líderes políticos.

D. Carlos, "O Mártir", chegou ao poder em 1889 e como se sabe foi assassinado juntamente com o seu filho Luíz Filipe em 1908 no Terreiro do Paço. Quando chegou ao trono tinha como missão abrir um novo ciclo político em Portugal e tornar o país mais moderno. O seu reinado fica sem dúvida marcado pelo caso mapa cor de rosa, pela força crescente do grande rival, o partido Republicano, e ainda pela nomeação de João Franco como chefe do governo. #Curiosidades