Numa recente entrevista, o vocalista Johan Hegg, dos suecos Amon Amarthfalou sobre a incógnita que reside no seio da banda, em relação ao facto de ainda não dispor de um baterista fixo. Para Hegg, o atual baterista substituto Tobias Gustafsson é uma possibilidade, mas nada está decidido.

Quando questionado sobre a garantia de um substituto permanente para o baterista Fredrik Andersson, que deixou a banda no ano passado, o líder dos Amon Amarth respondeu que ainda não existe essa garantia, porque "para o novo álbum dos Amon Amarth, "Jomsviking", contámos com a ajuda de Tobias Gustafsson, que costumava ser o baterista do Vomitory e está agora nos Cut Up para compor e gravar um álbum.

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Ele é um velho amigo, e nós conhecemo-lo há muito tempo, e ele é uma pessoa muito criativa. Em vez de procurarmos por um membro permanente e, em seguida, a meio do processo de composição, sentirmos que este não é o tipo certo e termos de começar tudo de novo, decidimos trabalhar com o Tobias para que nos pudéssemos concentrar em compor e gravar o álbum, e começar a procurar por um membro permanente depois disso."

"Portanto, nesta Primavera, temos um tipo que vai trabalhar connosco - nesta Primavera e Verão - e depois disso, vamos avaliar se ele quer ficar connosco e se sentimos que ele é o tipo certo para a banda. Nós só queremos ter tempo para encontrar o tipo certo. A digressão vai ser uma espécie de período experimental. Agora, temos esse tipo a bordo para a digressão nos EUA/Canadá e depois para os festivais de Verão.

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E depois disso, vamos ver como as coisas correm, como ele gosta de trabalhar connosco e todas essas coisas."

Johan Hegg acrescentou que, embora a banda possuísse o mesmo alinhamento há tanto tempo, ele não achava estranho trabalhar com alguém novo, pois "honestamente, é fantástico. Eu acho que é muito inspirador trabalhar com alguém novo. Compor com o Tobias foi incrível; foi excelente. Ele é uma óptima pessoa, com uma atitude muito positiva e um grande baterista. Por isso, foi realmente inspirador trabalhar com ele."

Agora, quanto à forma de encontrarem um novo baterista para as digressões, Johan Hegg afirma que a banda limitou-se praticamente a esperar que as pessoas a contactassem e depois "tivemos muitas pessoas a contactar-nos. E muitos delas são realmente grandes, grandes bateristas. Mas do nosso ponto de vista, estávamos principalmente à procura de alguém que viva na Suécia, porque ainda somos uma banda de ensaios."

"Não somos o tipo de banda que trabalha em casa e, em seguida, encontra-se somente antes da digressão, ou apenas antes de entrar em estúdio ou algo assim.

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Nós ensaiamos, por isso é algo que temos de ter... Nós precisamos de estar razoavelmente próximos do tipo que vai trabalhar connosco, de modo que esse foi um factor chave. Mas também o facto de procurarmos por um membro permanente. Eu acho que isso faz com que seja mais fácil, se todos falarem a mesma língua. Hoje em dia, não seria impossível ter alguém que vive noutro país, especialmente hoje, quando tens a Internet e podes enviar arquivos e todas essas coisas. Mas, como disse, nós somos uma banda de ensaios, e isso seria muito complicado."

Finalmente, e no que respeita ao processo de audição, o músico confirma que "em primeiro lugar, a gerência, os agentes e a editora não têm voto na matéria em relação a quem ficará com o cargo nos Amon Amarth, e eles próprios não o querem ter, por isso nesse caso está tudo bem. Mas mesmo que eles quisessem pôr o dedo, nós cortávamo-lo de imediato. Isso não é da conta deles. Percebes o que estou a dizer? Em segundo lugar, tem tudo que ver para nós com o seguinte: Consegues fazer o trabalho, e és um tipo porreiro? Esse é o principal critério que temos. E é isso que procuramos no processo de audição. Mas isso realmente não interessa. Desde que sejas um bom baterista, possas fazer o trabalho e sejas um tipo porreiro, não há problema." #Música #Concertos