De forma a dar seguimento a "Silence In The Snow", os norte-americanos Trivium já dispõem de material para o próximo álbum. Quem o afirma, numa recente entrevista ao Blabbermouth, é o guitarrista Corey Beaulieu que, confrontado com essa questão, respondeu: "Nós estamos sempre a compor durante o tempo em que estamos parados. Já não compomos assim tanto quando estamos em digressão. Talvez se tivermos uma ideia ou algo assim, mas muito do material que compomos hoje em dia, compomos quando estamos em casa. Normalmente, alguém compõe uma música, ou pelo menos tem uma ideia".

"Não esperamos pela altura de começarmos a compor um disco.

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Estamos sempre a compor, porque é apenas algo que gostamos de fazer. Por isso é que já temos bastante material. Assim que começarmos a pensar num disco, mergulhamos naquele monte de material e vemos o que queremos que faça parte da direcção do disco. Estamos a pensar num disco algures no próximo ano. Acho que estaremos dentro dos prazos para isso", afirmou.

Corey Beaulieu foi também questionado sobre a evolução da sonoridade dos Trivium. "No princípio tínhamos o elemento sonoro dos gritos. De certa forma, crescemos. Temos uma sonoridade ampla. Gostamos realmente do lado melódico das coisas e podemos passar para o agressivo, o lado mais pesado do metal. Nós tivemos sempre os dois elementos e depois utilizámo-los apenas de maneiras diferentes. Deu-nos uma variedade de músicas diferentes, sem precisarmos de estar agarrados aos gritos a toda a hora.

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Também somos capazes de cantar", garantiu. 

"Para nós, o metalcore era o grande rótulo quando surgiu pela primeira vez, porque a combinação gritar-cantar era popular nessa altura. Ao longo do tempo, a nossa sonoridade evoluiu e fizemos muitas coisas diferentes, portanto esse rótulo não se encaixa no nosso estilo de metal. Nós dizemos apenas que somos uma banda de metal, porque vamos buscar muitos elementos diferentes do metal e rock em geral. Só usamos os gritos quando uma #Música o pede ou numa parte que necessita deles. Mas não estamos sempre a usá-los. Por isso, é definitivamente algo instrumental. Não é algo que em geral define o que fazemos", disse ainda nesta entrevista. #Entretenimento