Autor do best-seller “Prometo Falhar”, Pedro Chagas Freitas tem feito sucesso em todo o país, com a sua forma única de escrever e a sua capacidade de “brincar” com as palavras. Esta obra, lançada em Abril de 2014, ainda se mantém no top de vendas a nível nacional. O autor, que se tem vindo a tornar uma referência singular da #Literatura nacional, revela-se agora numa entrevista exclusiva.

Como surgiu o seu interesse pela escrita?

A escrita está comigo desde que me lembro de mim. E está como uma necessidade. Tenho de escrever. Sem escrever não sou eu. Falta qualquer coisa. Um dia sem escrever é um dia vazio. Sem escrever fico desabitado.

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O que o inspira a escrever?

Não acredito na inspiração – isso é desculpa de preguiçoso. Acredito na nossa capacidade de lutar contra as nossas limitações, contra as nossas insuficiências. E o segredo é simples: ler muito, escrever muito, comparar muito. Só assim se consegue libertar mais a mão.

 

Qual foi o livro que mais gostou de escrever? 

Talvez o “In Sexus Veritas”, por ser o mais extenso e por me ter mostrado que a disciplina e o método podem fazer milagres. Escrevi, religiosamente, dez páginas por dia – custasse o que custasse. E assim consegui criar aquela obra de 1500 páginas – ao fim de 150 dias. Basta fazer as contas, não é? Mas todas as obras são especiais ao nível da escrita. E é esse o fascínio da coisa.

 

De que forma é importante a utilização do Facebook para divulgação do seu trabalho? 

É fundamental.

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Creio que a Internet é um meio de divulgação fundamental para qualquer artista – e quis, desde o começo, explorar esse meio. Hoje qualquer criador tem de o fazer. Sem pudores. Sem medo.

Editou, em 2014, um livro que ainda se encontra no top de vendas nacional – “Prometo Falhar”. É importante saber falhar?

É essencial não nos levarmos muito a sério. Sabemos que somos falíveis mas temos a mania que podemos ser perfeitos. Tentei, nessa obra, desconstruir essa ideia – deixar as pessoas mais libertas para serem pessoas. E por isso falíveis. Graças a Deus. Sem a falha isto seria tudo uma seca.

#Entretenimento #Livros