O 2ª dia do Festival Meo Marés Vivas 2016 tinha como público principal os mais jovens. As portas abriram às 17h e vários jovens iniciaram a sua corrida para o melhor local em frente ao palco, de onde não iriam sair durante mais de 8 horas. Foi um dos dias mais quentes de que há memória nas edições do festival, as expectativas era altas, o recinto estava esgotado.

O Palco da Santa Casa, como habitual, é o primeiro a ganhar vida e não poderia ter começado melhor com o trio Plus Ultra. Oriundos do Porto e já muito conhecidos pelas suas demolidoras atuações, esta não fugiu à regra, com o desafio de cativar um público bastante jovem. Som explosivo, acrobacias em palco, puro rock, adrenalina ao máximo com mandam as regras, mais uma excelente aposta da Lovers & Lollypops .

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O sol era abrasador e o Cabedelo estava já estava na sua máxima força. A “culpa” era de Jimmy P., artista que tem um enorme carinho da parte dos seus fãs. Se já no ano passado tinha dado provas no Palco da Santa Casa, este ano, ao subir ao Palco Principal, comprovou toda a sua competência. Músicas contagiantes como “Storytellers“ ou ”Não tás a ver“, entre outras de que todos conhecem as letras do início ao fim.

Simplesmente fantástica a comunhão entre público e Jimmy P com os pontos altos em “Warrior” com Dengaz e “Entre as estrelas" com Diogo Piçarra.

Voltando ao Palco da Santa Casa, os Jiboia levaram os presentes numa viagem transcendente, através de sons arábes, toques eletrónicos e hipnotizantes ritmos de bateria. 

Dengaz em alta

Pela quantidade de fãs que puxavam pelo seu nome poderíamos pensar que Dengaz seria um artista estrangeiro, mas não.

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Dengaz tem realmente conseguido um batalhão de seguidores através dos seus trabalhos.

Acompanhado da sua AHY Family, mostrou em palco uma coesão brutal e teve o público completamente na mão. Foram interpretados na perfeição temas como “Tamos Juntos”, “Tudo Muda" com participação de Matay, “Nada de errado” com António Azambujo e “Rainha”, dedicada todas as mulheres que estavam no festival.

A entrada de James Bay em palco foi acompanhada com gritos quase em uníssono das milhares de pessoas presentes no recinto. O simpático vocalista e guitarrista teve uma presença cheia de energia e conseguiu transmitir ao público, através da sua voz cheia de alma, melodia ao entoar as suas canções que embalaram os milhares de fãs.

“Let it Go" e “Hold Back the River” são temas tocados de uma forma irrepreensível. Se em álbum resultam na perfeição, ao vivo ganham uma energia fantástica. Um dos melhores #Concertos destes dois dias, que revela que é fácil ficar apaixonado pela paisagem do Rio Douro e pelo público português da mesma forma que o público ficou apaixonado por James Bay.

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A fasquia foi deixada bem alta, mas isso não impediu que os Kodaline entrassem de forma majestosa e confiante em palco.

O grupo irlandês “abraçou” generosamente os 30 mil presentes com o seu pop rock de forma impressionante. Transformaram um concerto intimista num concerto que ficará para a memória do público que esteve presente na praia do Cabedelo.

O jovem vocalista Steve estava impressionado pelo carinho e receção calorosa que estava a ter. Os sorrisos em palco eram evidentes. Toda a banda estava feliz.

Momento de euforia com o tema de Kygo “Raging”, que foi cantado de início ao fim pelo público.

Para o final estava guardado o lugar para a vertente eletrónica com Lost Frequencies, se que apoderou do Palco Meo para dar aos presentes momentos de dança com misturas de temas dos anos 90 com atuais. Nem mesmo o facto de já passar da 1h30 fez com que o público saísse do recinto. O ambiente estava perfeito para um final de noite a dançar e a saltar ao som da #Música eletrónica, fechando assim em plena emoção o 2º dia do festival.

Hoje (sábado) o último dia do Meo Marés Vivas tem início às 17.45, certamente com lotação esgotada. #Festivais