#Filmes como a comédia “The Lure”, vencedor do Fantasporto de 2016 ou “The Last Family”, Grande Prémio do último Lisbon & Estoril Film Festival, poderiam já fazer parte da base de dados da plataforma online Festock. Para já ainda em protótipo, quer ser a primeira ferramenta a nível mundial de gestão de filmes, realizadores, atores, guiões e bandas sonoras. Um projeto de cinco jovens empreendedores da Universidade de Aveiro que visa dar resposta a uma necessidade cada vez mais premente.

Segundo um dos mentores do projeto, Pedro Silva, o Festock “vem solucionar um problema que muitos festivais de #Cinema têm tido, nomeadamente a falta de uma ferramenta de produtividade que agilize todo o processo como a submissão dos filmes a concurso e filtragem dessas mesmas submissões num plano completamente digital”.

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E acrescenta: “Em grandes festivais ainda anda tudo à volta de envelopes físicos e isso custa bastante tempo e dinheiro”.

“Além de permitir toda a gestão de conteúdos, desde filmes, músicas e portefólio das pessoas envolvidas, permite também a comunicação e interação das pessoas que gostam de cinema”, destaca Luís Jesus, outro dos fundadores do Festock.

A equipa fica completa com Miguel Soares, o terceiro elemento: “Nós conhecemo-nos todos na Universidade de Aveiro. O Luís abordou-me com esta proposta. Conheci o resto da equipa e, como acredito no projeto, decidi colaborar”.

Agências internacionais interessadas

Há mais de três anos a trabalhar neste projeto, os fundadores já conseguiram alguns apoios da Agência para a Competitividade e #Inovação (IAPMEI) e foram semifinalistas num concurso promovido pela Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE).

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Falta agora captar financiamento para o lançamento oficial do site.

Luís Jesus conta que já tem tido alguns contactos com festivais e até com potenciais investidores. Pedro Silva acrescenta: “Até há bem pouco tempo recebemos um email de uma agência internacional, americana, a perguntar quando é que esta ferramenta estará disponível para beta testing”.

O acesso será gratuito para todo o tipo de utilizadores, mas será cobrado um valor ao realizador ou produtor que queira destacar o seu trabalho no site. Outras formas de angariar receita estão a ser estudadas, como o recurso a patrocinadores ou a publicidade não invasiva.