O Festival Meo Marés vivas 2017, que se realiza na praia do Cabedelo, em Vila Nova de Gaia, já abriu portas para três dias de muita #Música. O primeiro dia não esgotou e teve como público principal uma camada mais jovem, o que não é de estranhar pelo cartaz deste dia do festival.

Foi de forma bem descontraída que arrancaram os #Concertos do primeiro dia do festival Meo Marés Vivas 2017. Pelas 17h no Palco Santa Casa Os Quatro e Meia revelaram-se uma agradável surpresa. Vestidos a rigor (fato e gravata) e com um novo trabalho na mão, “Pontos nos Is”, presentearam-nos com uma atuação bem animada, em que se ouviram elementos desde o Pop Rock até ao fado, e acompanhados por uma percussão bem animada.

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De seguida subiram ao palco os Portuenses Souls of Fire, que voltaram à estrada com os seus contagiantes temas de reggae, conseguindo com facilidade colocar o público a dançar desde os primeiros acordes. Ouvimos um pouco dos temas mais marcantes desta banda, que já conta com 15 anos de carreira: “Não tem conta”, “História”, Souls of Rastaman” e sem esquecer o novo single “Sei lá”.

O calor intenso que se fez sentir neste final de tarde de sexta-feira não impediu que os milhares de jovens se concentrassem junto ao palco Meo para assistir ao concerto de Diogo Piçarra. Ao som de “Dois” e “Já não falamos”, Diogo Piçarra iniciou uma atuação segura e sempre a interagir com os seus fãs desde o primeiro momento. Com um público bastante emotivo, Diogo Piçarra retribuiu com todos os hits esperados: “Só Existo”, “História”, “Entre as estrelas” (com participação Jimmy P).

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Para o final ficou o superconhecido “Dialeto”, que foi o momento mais efusivo de todos, com o público a cantar juntamente com Diogo Piçarra, fechando assim em alta.

Num outro registo, e à hora marcada, Tom Chaplin entra em cena com “I Remember You” e “Silenced By The Night” e percebeu-se desde logo que este artista tem já um carinho enorme por parte do público português. Tom Chaplin trouxe-nos um punhado de canções em que o que mais se destacou foram, sem dúvida, os temas dos Keane. Ninguém se importou em ouvir temas como “ Somewhere only we know “ e “ See it so clear” com a fantástica paisagem do rio Douro ao lado. O simpático Tom encantou a noite do festival.

Bastille ao rubro!

O que se seguiu foi o melhor concerto do primeiro dia. Os britânicos Bastille, carregados de uma energia contagiante, conseguiram desde o início até ao fim uma fantástica resposta do público. Bastou a entrada em palco com “Send them off” para se poder perceber que os Bastille estão numa forma invejável e que todo o seu espetáculo visual resulta em cheio em ambientes de festival.

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Não faltaram os temas como “Laura Palmer”, Glory”,“Pompeii” e até o momento mais explosivo e dançante da noite com “Off the Night”. Dan Smith (aniversariante neste preciso dia, com direito a bolo de aniversário e o público todo a cantar os parabéns) e os restantes elementos da banda saíram felizes numa noite em que deram tudo em palco e o público do Marés vivas respondeu em grande.

Agir pôs o público a saltar

Era uma da manhã e pensava-se que após o concerto dos Bastille o ambiente poderia acalmar, mas não foi isso que aconteceu. Agir tinha ainda a “casa” cheia e um público à sua espera para entreter e foi exatamente isso que aconteceu. Os sucessos do jovem e da excelente banda que o acompanha interpretaram temas como “Parte-me o pescoço”, “Como ela é bela” e “Make Up”. Público maioritariamente mais novo, que sabia as letras do início ao fim, fez com que o primeiro dia do Marés vivas 2017 fechasse com um ambiente bem mexido e alegre.

Hoje (sábado) a festa continua com Scorpions, Expensive Soul, Amor Electro, entre muitos outros! #Festivais