Se as quedas, a bronquite aguda de que padece, e até a falta de qualidade da Lampre-Merida conseguiram impedir que o campeão do mundo ocupe um lugar entre os 10 primeiros da Volta a França 2014, nas redes sociais, o nortenho volta a mostrar que é o campeão de popularidade, como já o foi em 2013.

Para além da qualidade enquanto atleta que todos lhe reconhecemos, Rui Costa mostra ser um desportista inteligente, ciente do valor da sua "marca" e do que a mesma representa. Não é à toa que o Rui aposta como poucos na interação com os seus fãs, na promoção da marca "Rui Costa".

Quem segue o Rui nas redes sociais sabe que no final do dia vamos saber do próprio o porquê de ter atacado naquele Km ou o porquê de ter falhado neste ou naquele momento.

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O Rui "abre-se" com os seus seguidores pois sabe que eles são uma parte importante do seu valor no pelotão. Não restem dúvidas que o valor internacional do Rui cresceu proporcionalmente ao aumento de seguidores que tem. E as marcas que pagam para que as represente passaram a ter que pagar mais simplesmente porque a mensagem passou a chegar a mais gente.

É o poder da informação digital, é o poder das redes sociais, é o poder de saber estar na "Rede", e o Rui já mostrou que sabe, aliás, é dos melhores a fazê-lo.

Parece que ainda não será este ano que como líder o Rui presenteia Portugal com uma grande performance na Volta a França, mas se nas estradas francesas as coisas não têm corrido da melhor forma, nem por isso o português se escondeu das redes sociais. Pelo contrário, dia após dia nos dá a sua visão da etapa através do seu "diário da prova" e dia após dia o seu nome cresce.

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Assim como cresce o seu valor comercial junto das marcas que o patrocinam.

Muitos atletas, de topo até, ainda não perceberam isto. Porquê? Existem já empresas em que se dedicam exclusivamente à promoção e gestão de imagem de atletas profissionais nas redes sociais. Apesar disso, muitas vezes os atletas optam por dar esse "serviço" a um familiar, um amigo, sem qualquer compromisso com o profissionalismo. Há esses e há os que não brincam com o seu nome, com a sua marca, porque essa representa, em alguns casos, muito dinheiro. O Rui pertence à lista dos últimos.