Felix Rosenqvist venceu o Grande Prémio de Macau de Fórmula 3 de 2014, depois de vencer tanto a corrida de qualificação como a corrida final. O piloto sueco consegue finalmente a vitória, depois de ser presença habitual na frente desta corrida em anos anteriores. Rosenqvist foi segundo em 2012, atrás de António Félix da Costa, e foi segundo na corrida de qualificação em 2013. O austríaco Lucas Auer e o neo-zelandês Nick Cassidy completaram o pódio. 

Rosenqvist cometeu um erro na largada mas beneficiou do acidente da primeira volta - fenómeno que se pode considerar uma tradição de Macau - envolvendo vários carros logo após a apertada curva do Hotel Lisboa, entre adversários que haviam passado pelo sueco. A organização decidiu reiniciar a corrida, recolocando Rosenqvist na sua pole position e com alguns adversários a menos. Na segunda largada, Lucas Auer ultrapassou Rosenqvist mas - em outro clássico de Macau - travou demasiado tarde na aproximação ao Hotel Lisboa, devolvendo a liderança ao sueco e deixando passar também Nick Cassidy. O neo-zelandês de 20 anos, a disputar apenas a sua quinta corrida na categoria de Fórmula 3, fez uma prova sensacional e aguentou o mais experiente Auer até perto do final da corrida. Quando o austríaco voltou à segunda posição, era demasiado tarde para negar ao sueco a sua vitória.  #Automobilismo

Destaque também para a prova sensacional de Max Verstappen, filho de Jos, já contratado pela Toro Rosso para alinhar na Fórmula 1 em 2015, onde será o piloto mais novo de sempre. O jovem holandês partiu do 24º lugar para conseguir o 7º lugar no final, tendo sido também o autor da volta mais rápida.


Já na corrida da Guia, dedicada aos carros de Turismo, o português Tiago Monteiro sofreu uma das maiores desilusões da sua carreira. Depois de ser 4º classificado na corrida 1, ganha por José Maria Lopez, Monteiro agarrou a liderança da corrida 2, numa grande luta com Yvan Muller e Rob Huff. Contudo, na última volta, um problema com a direcção forçou-o a abandonar. De acordo com o próprio, a equipa acredita que a temperatura do equipamento terá subido pelo facto de o carro rodar mais devagar durante um período de safety-car - tal como acontecia com alguns modelos de produção antigos, em que o motor se desligava quando aqueciam demasiado. O azar não apaga a excelente prestação do piloto português, tendo sido Rob Huff a conseguir a vitória na corrida 2.