Cristiano Ronaldo é, aparentemente, um dos homens mais fáceis de encontrar do mundo. As câmaras de televisão não o largam e os seus passos são seguidos em todo o planeta. Toda a gente sabe onde jantou, onde passou férias, onde festejou mais uma vitória… deveria ser fácil encontrá-lo, ou alguém que o represente, nas instalações do Real Madrid, no escritório do seu agente ou, até, numa das suas lojas de roupa interior. Mas a verdade é que um homem anda a tentar localizar o craque português há meses, sem sucesso. Parece que é tão difícil marcá-lo dentro do campo como fora.

Segundo a Associated Press, o norte-americano Christopher Renzi processou o - quase unanimemente considerado - melhor jogador do mundo por utilizar a marca CR7 para vender, precisamente, a sua roupa interior.

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A marca, como se sabe, é uma combinação das iniciais do jogador e do número que utiliza, tanto no clube espanhol como na selecção portuguesa. Renzi diz, contudo, ser o dono da marca registada nos Estados Unidos.

O homem, de Rhode Island, tinha até final de Novembro para notificar Ronaldo do processo, mas o seu advogado disse esta semana que ainda não tinha conseguido entrar em contacto com um dos atletas mais #Famosos do mundo. Entretanto, o causídico, Michael Feldhuhn, diz estar de olho nas vendas de CR7 nos Estados Unidos.

Feldhuhn disse que um oficial de justiça espanhol tentou entregar a papelada legal na sede do Real Madrid, mas a recepcionista recusou-se a aceitar, justificando que o processo não envolve a equipa. Actualmente, está a tentar uma morada onde crê que Ronaldo vive.

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O juiz responsável pelo caso deu a Renzi novo prazo, até 26 de Março, para notificar a estrela lusitana.

O advogado explicou que o seu cliente decidiu processar o avançado depois de o grupo têxtil JBS ter pedido à entidade responsável pelas patentes e marcas registadas nos Estados Unidos para cancelar a sua marca, uma vez que tinha "planos iminentes para entrar no mercado americano" e vender roupas com as marcas CR7 e CR7 Cristiano Ronaldo. Renzi já teve uma pequena vitória na semana passada, quando esta entidade suspendeu o pedido da JBS, citando o processo interposto em Rhode Island.

O norte-americano candidatou a sua marca para registo em 2008 e o pedido foi aceite em 2009. O advogado referiu que ele costumava utilizá-la em roupas e em vídeos de exercício e frisou que a sigla representa as iniciais e a data de nascimento do seu cliente, 7 de Outubro. A Associated Press contactou a JBS e o Real Madrid para comentarem este assunto, mas não recebeu resposta. #Futebol