É oficial: o jovem internacional alemão Hany Mukhtar chegou esta quinta-feira a Lisboa para assinar contrato com o Sport Lisboa e #Benfica até ao Verão de 2020. Com apenas 19 anos, Mukhtar é apontado como um valor emergente, tendo custado 500 mil euros aos cofres da Luz. Mukhtar é filho de pai sudanês e de mãe alemã, e chega à Luz oriundo dos alemães do Hertha de Berlim, clube de #Futebol onde realizou toda a sua formação. À chegada à capital portuguesa, o médio da selecção alemã de Sub-19 mostrou-se "feliz" e "entusiasmado" por ter a oportunidade de jogar num "clube tão grande".

Hany Mukhtar, autor do golo que deu o triunfo à Alemanha frente a Portugal, na final do Campeonato Europeu daquele escalão realizado em Julho último, define-se como sendo um jogador tecnicista, dotado de características polivalentes e que gosta de finalizar, e reconheceu a qualidade dos pupilos às ordens de Jorge Jesus.

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Para o jovem médio alemão, representar o Benfica é o concretizar de um sonho antigo, pelo que espera ajudar o clube a atingir os seus objectivos.

Chegado ao Hertha com apenas sete anos de idade, Mukhtar revela que acompanha o Benfica nas competições europeias "há vários anos" e admite ter visto a final da edição de 2013/2014 da Liga Europa, que culminou com a vitória do Sevilha diante dos "encarnados", nas grandes penalidades (4-2). "O Benfica jogou melhor. Espero que possamos estar em mais finais para ajudar o clube a vencê-las", frisou o alemão.

Mukhtar é o primeiro reforço de inverno do campeão em título da liga portuguesa, e o terceiro alemão a vestir de "águia ao peito", após as passagens pela Luz dos guarda-redes Robert Enke (1999-2002) e Hans-Jörg Butt (2007-2008). O jogador deverá começar desde já a trabalhar com o restante plantel e equipa técnica.

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Fábio Cardoso no Paços de Ferreira

Fábio Cardoso, jovem central português de apenas 20 anos, que esta época disputou 12 jogos pela equipa B dos "encarnados", foi emprestado ao Paços de Ferreira até final da temporada. O internacional Sub-19 usou as redes sociais para se despedir dos companheiros de equipa, tendo classificado a saída como "um dos dias mais difíceis da minha vida". Fábio Cardoso vestiu de vermelho e branco durante nove anos.