Jonathan Rodríguez encontra-se desde sábado em Lisboa, hospedado num conhecido hotel da capital portuguesa mas, até esta madrugada de quinta-feira, sem fumo branco quanto à sua transferência para o Benfica.

Um negócio que se transformou numa autêntica novela e que, sabe o 'Blasting News', tem tudo para ter um final menos feliz do que aquilo que inicialmente se esperava. E tudo porque o #Benfica recebeu, de diversos quadrantes, instruções para agir com cautela em relação ao jogador que, no Uruguai, é tido como uma das principais promessas do #Futebol sul-americano nos próximos anos.

À lesão crónica numa anca, que já tinha impedido o seu ingresso no SC Braga, no início da temporada, juntaram-se depois declarações de um jornalista sobre a vida noturna do jogador, nomeadamente o abuso de bebidas alcoólicas.

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A estes dados, o ´Blasting News´ junta mais um, exclusivo: o representante do Peñarol, clube detentor do passe, que se encontra em Portugal a acompanhar o jogador, pertence a uma fação de oposição interna ao presidente do clube, Juan Pedro Damiani.

Daí que, a cada avanço do Benfica, haja um recuo do Peñarol e... vice-versa. Inicialmente, o negócio apontava para uma transferência, a título definitivo, com os encarnados a pagarem 6 milhões de euros, ainda que de forma faseada, pelo avançado uruguaio de 21 anos, que assinaria por cinco épocas e meia.

Perante os novos dados que o Benfica recebeu, já durante o fim-de-semana, Luís Filipe Vieira recuou e o empresário do jogador concordou com a renovada proposta: um empréstimo de três temporadas, pagando cerca de dois milhões de euros durante todo esse período, mas incluindo uma cláusula que salvaguardaria o clube da Luz caso a lesão crónica fosse impeditiva do jogador competir naturalmente.

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A proposta seguiu para o Uruguai e, horas depois, chegou uma... contra-proposta: o Peñarol aceitava um empréstimo, mas apenas por duas épocas, com um custo de dois milhões de euros, ficando o Benfica com 40 por cento do passe do avançado.

Os encarnados, já durante esta quarta-feira, rejeitaram a oferta do Peñarol e, neste momento, apenas aceitam negociar nos moldes que foram citados no fim-de-semana: cedência por três temporadas. As duas partes voltaram a sentar-se à mesa, já ao final da noite, e mais uma vez a resposta só chegará... esta quinta-feira, vinda do outro lado do Atlântico.