Aos 33 anos, David Villa está prestes a abraçar aquela que pode ser a última experiência fora do seu país. Depois de ter assinado por 3 anos pelos New York City FC, o avançado esteve emprestado aos australianos do Melbourne, onde marcou 3 golos. Agora o “sonho americano” está quase a começar. Nos Estados Unidos, Villa “Maravilla” quer encantar os fãs do soccer.  

Com 14 títulos oficiais, entre Liga dos Campeões, Liga Espanhola, Campeonato do Mundo e da Europa, David Villa negou esta semana que a sua ida para a Major League Soccer (MLS) seja o inicio do fim da sua carreira. Depois de ter defendido as cores do Atlético Madrid na temporada passada, tendo ajudado os Colchoneros a vencer o título espanhol que já fugia desde 1996, o máximo goleador da selecção espanhola, com 61 golos em 97 internacionalizações, comprometeu-se pelo novo clube da cidade que nunca dorme.

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O New York City FC, emblema criado pelos carismáticos NY Yankees, é uma das novas apostas do multi-milionário Ferran Soriano que viu no ponta de lança espanhol, juntamente com Frank Lampard, as “bandeiras” perfeitas para lançar o clube na primeira época na MLS. No entanto, o passo atrás do inglês em viajar para terras do Tio Sam e permanecer no Manchester City, elevaram a responsabilidade de Villa que já está em Nova Iorque a trabalhar, não escondendo o entusiasmo pelo novo projecto: “Este é um desafio muito importante para mim. Depois de construir uma carreira de sucesso na Europa, quero continuar a fazê-lo aqui nos Estados Unidos”.

Em entrevista ao Wall Street Journal, o avançado espanhol negou por completo que este seja um passo atrás no que à sua carreira diz respeito: “Os jogadores de #Futebol nunca falam em passos atrás.

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Isso é algo que não faz sentido em atletas de alta competição. Para mim a MLS não está actualmente ao nível das melhores ligas da Europa, mas poderá estar num futuro próximo. Por isso mesmo, este não é um passo atrás, mas sim um avanço na minha carreira”.

Já no que toca aos objectivos, David Villa não arrisca colocar a fasquia num apuramento para a fase a eliminar (play-offs), preferindo dizer que só depois de avaliar a qualidade da sua equipa e dos adversários, pode avançar com metas reais a atingir. A cerca de mês e meio de começar a fase regular da competição, o avançado espanhol nem quer ouvir falar num regresso a Espanha, prometendo para mais tarde divulgar qual o clube onde quer terminar a carreira.