No #Futebol português, já passaram alguns treinadores de renome mundial. Quase todos eles tiveram sucesso em Portugal. Mas também houve um caso em que a felicidade não foi palavra conhecida no nosso país. Desde a seleção portuguesa, passando pelos 3 grandes clubes de Portugal, assim assinaram a sua ligação a Portugal, para o bem ou para o mal.

Bella Guttman foi campeão em clubes como o AC Milan, ou o São Paulo, mas foi em Portugal onde mais brilhou. Primeiro treinou o FC Porto em 1958/1959, sagrando-se campeão nacional logo na época de estreia. Em 1960, chega ao Benfica. Conquistou vários títulos nacionais, duas Ligas dos Campeões, descobre o "fenómeno" Eusébio, e lança ainda uma maldição: "O Benfica nem daqui a 100 anos voltará a ser campeão europeu".

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Em 1982, chega à Luz o sueco Eriksson, que tinha ganho a Taça Uefa com o IFK Gotemburgo. A primeira passagem pelo clube português durou 2 anos: venceu 2 campeonatos, uma Taça de Portugal e foi finalista da Taça Uefa. Após passagens por AS Roma e Fiorentina, regressa ao Benfica em 1989. Desta vez, apenas venceu uma Supertaça Portuguesa e foi finalista da Taça dos Campeões Europeus. Saiu em 1992. Passou depois por várias equipas, sendo de destacar a Lázio de Roma, onde entre outros títulos, conquista a Taça Uefa e a Supertaça Europeia em 1999, um campeonato em 2000; a Seleção de Inglaterra: conseguindo o feito de ser o primeiro selecionador estrangeiro daquele país (curiosamente, foi eliminado duas vezes pela Seleção Portuguesa); Manchester City, em apenas uma época, colocou o clube a lutar pelo título (na altura o City ainda não era um clube rico como hoje), mas acabou por ser despedido.

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Em 2008, foi convidado para regressar ao Benfica, mas rejeitou. 1 ano depois, aceitou orientar o Sporting, caso Paulo Cristóvão, candidato a presidente do Sporting vencesse as eleições (o que não aconteceu) e teve em tempos uma sondagem do FC Porto.

Bobby Robson começou a dar vistas no modesto Ispswich Town. Permaneceu ali 14 anos, colocando a equipa a lutar surpreendentemente pelo campeonato inglês e venceu uma Taça de Inglaterra e uma Taça UEFA. Ruma em 1982 à seleção inglesa, em que o ponto alto foi a presença nas meias finais do mundial de 1990 (caindo nos penáltis frente a Alemanha Ocidental), depois segue para o PSV Eindhoven (bi-campeão) e chega a Portugal para orientar primeiro o Sporting e logo de seguida o FC Porto. Ingressa em Alvalade em 1992, e é despedido a meio da época 1993/1994 após o afastamento da Taça Uefa, no campeonato, deixava o clube a lutar pelo título. No FC Porto, permaneceu duas temporadas. Aí conquista o bi-campeonato. Depois rumou a Barcelona (onde orientou estrelas como Luís Figo, ou Guardiola).

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Venceu a Supertaça Europeia, a Supertaça de Espanha e a Taça da Rei), PSV Eindhoven (desta vez sem êxito) e encerra a carreira no Newcastle (1999-2004, também sem qualquer conquista, porém conseguiu colocar o clube na Liga dos Campeões algumas vezes e em lugares respeitáveis na Premier League).