Quando terminar o contrato com o Real Madrid, em 2018, #Cristiano Ronaldo não pondera regressar à Premier League de Inglaterra. Também não vai certamente regressar ao Sporting, o clube que o formou. O que o melhor jogador do mundo pretende fazer é rumar aos Estados Unidos, para ingressar numa equipa da Major League Soccer (MLS). Ronaldo está indeciso entre Los Angeles, Nova Iorque e Miami. A informação foi avançada por Grant Wahl, da Sports Illustrated: "Várias fontes dizem-me que o actual plano de Cristiano Ronaldo é vir para a MLS depois de terminar contrato no Real Madrid", explica o jornalista desportivo. "Uma das fontes diz que ele provavelmente irá chegar livre de custos em 2018, depois do fim do actual contrato".

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Cristiano Ronaldo, vencedor de três Bolas de Ouro, completou trinta anos em Fevereiro passado. Em 2018, terá 33 anos; terá também jogado pela Selecção Portuguesa no Mundial da Rússia desse ano. Em vez de escolher uma entre as melhores ligas europeias, alemã ou italiana, por exemplo, quer seguir os passos de outras glórias do #Futebol, que também rumaram ou vão rumar aos Estados Unidos no fim da carreira. David Beckham, a estrela inglesa do Manchester United e Real Madrid, foi para o LA Galaxy em 2007, aos 32 anos (arrumou as botas aos 37). Frank Lampard, o médio do Manchester City, assinou contrato com o New York City e chega à MLS este Verão. O mesmo sucederá com o médio do Liverpool Steven Gerrard, que vai fazer 35 e ruma ao LA Galaxy.

Não é a primeira vez que se fala de uma transição de Ronaldo para os Estados Unidos, embora o jogador português não se tenha pronunciado sobre o tema.

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No entanto, o seu agente Jorge Mendes disse no início de Janeiro que era possível que isso viesse a acontecer, em declarações ao programa francês Téléfoot da TF1, que terminaram com "só Deus sabe o que vai acontecer."

O futebol masculino ainda é um desporto menor nos Estados Unidos, ao contrário do futebol feminino, que tem mais força e atrai mais atenção - o país conquistou um campeonato do mundo da modalidade e está em segundo no ranking da FIFA, atrás da Alemanha. A chegada de Cristiano Ronaldo poderá dar um impulso decisivo ao desporto-rei do outro lado do Atlântico, onde a competição com o basebol e o futebol americano é muito difícil. A questão do preço é que pode levantar algumas dúvidas: o Real Madrid pagou 94 milhões de euros pelo capitão da Selecção em 2009, e recusou uma oferta incrível de 200 milhões de euros do Manchester City em 2012. Irá mesmo deixá-lo sair a custo zero?