O presidente da Federação Portuguesa de #Futebol (FPF) foi esta manhã de terça-feira, dia 24, eleito de para o Comité Executivo da UEFA. Numa votação que decorreu em Viena, na Áustria, Fernando Gomes foi aquele que mais votos recolheu entre os 12 candidatos. Com 48 entre 54 votos possíveis, contabilizando 88,8 por cento da votação, o líder federativo foi, desta form,a escolhido logo à primeira volta, torna-se no quarto luso que chega a tal cargo. Vai assumir um mandato de quatro anos.

As expectativas eram altas, mas nesta questão de votações, só no fim é que se pode (ou não) fazer a festa. Mas o presidente da FPF pôde mesmo festejar ao fim da manhã.

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Candidato a uma das setes vagas para o Comité Executivo da UEFA, o líder federativo não só foi eleito logo à primeira volta como se tornou no "pretendente" português que mais votos para si chamou em toda a história do futebol nacional. Depois de Francisco Cazal-Ribeiro, eleito em 1968 com um total 18 votos, de Silva Resende em 1984, com 19 votos, e, mais recentemente, de Gilberto Madail, eleito em 2007 com 27 votos num máximo de 52, eis que o actual presidente do órgão máximo do futebol nacional bate todos os recordes.

Eleito juntamente com os candidatos da Croácia, Ucrânia, Hungria, Espanha e Suíça, todos também vitoriosos na primeira volta, Fernando Gomes assume agora um mandato de quatro anos, válido até 2019.

Platini reeleito presidente da UEFA pede perfeição à FIFA

Quem também pôde festejar esta manhã em plena capital austríaca foi Michel Platini.

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Candidato único ao cargo de presidente da UEFA, o francês de 59 anos foi reeleito por aclamação, num processo tranquilo e que não registou qualquer oposição. No primeiro discurso do seu terceiro mandato, Platini pediu à FIFA - órgão à ao qual Luís Figo concorre para ser presidente - perfeição. O gaulês, que é por inerência também vice-presidente daquele organismo, deu a entender que neste momento as relações entre as duas instituições (UEFA e FIFA) já viveram melhores dias. Para o antigo internacional pela França e vencedor de três Bolas de Ouro, é hora de acabar com a ideia de "isolar a arrogante e egoísta Europa".