Acabou como começou a primeira mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões entre Atlético e Real Madrid. O 0-0 no marcador deve-se acima de tudo à grande exibição de Jan Oblak. O guarda-redes dos Colchoneros, que este ano chegou do Benfica, abriu o livro e defendeu tudo o que havia para defender. Num jogo em que a primeira parte foi totalmente dominada pelos Merengues, o segundo tempo foi mais equilibrado. Nulo leva tudo em aberto para o Santiago Barnabéu.

Numa partida em que o Real Madrid podia ter construído uma vantagem confortável, os primeiros 45 minutos foram de domínio total Blanco, pecando "somente" no que é mais importante no #Futebol, o golo.

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Os madridistas tiveram muitas e boas ocasiões para marcar e festejar, mas em pelo menos quatro ocasiões esbarraram em Jan Oblak que arrancou uma exibição luxuosa e que deixou o Vicente Calderón "louco" com o esloveno. O antigo keeper do Benfica "engatou" logo aos três minutos para uma espantosa exibição quando Gareth Bale apareceu em alta velocidade na cara do golo, mas com uma rápida saída dos postes o jovem de 22 anos impediu o golo ao galês. Seria apenas a primeira de muitas intervenções de dificuldade máxima e de importância fundamental. Em todas as ocasiões Oblak respondeu com a calma e tranquilidade de quem está "hipnotizado" e "siderado" no que tem realmente que fazer, defender as suas redes.

A segunda parte trouxe um jogo mais aguerrido, por vezes em demasia, tal como pode confirmar-se pela cabeça aberta com que Mandzukic terminou a partida.

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Até ao fim da partida foi Casillas quem teve de se aplicar para fechar a sua baliza, mas o nulo inicial manteve-se mesmo até ao fim dos 90 minutos. Numa partida em que Jan Oblak justificou (finalmente) os 16 milhões de euros que o Atlético Madrid pagou no Verão ao Benfica, saltou à vista a maior capacidade técnica do Real Madrid, no entanto, de pouco valeu. Foi um jogo digno de um derby e de uns quartos-de-final da Champions, onde só faltaram mesmo os golos e… Cristiano Ronaldo. #Cristiano Ronaldo