Em conferência de imprensa dada na Colômbia, onde vai participar num jogo pela paz, juntamente com outros antigos futebolistas, Diego Armando Maradona voltou a carregar nas palavras contra Joseph Blatter, presidente da FIFA e recandidato à liderança do organismo máximo do #Futebol mundial. "El Pibe" assumiu o apoio ao príncipe jordano, Ali Bin Al Hussein, nas eleições que vão realizar-se no dia 29 de maio. E justificou: "Blatter é um corrupto. Temos grandes possibilidades de lhe dar um chuto no rabo".

O apoio de Maradona ao milionário da Jordânia não é novidade - até pela recente ligação do argentino aos países do Médio Oriente, onde teve experiências como treinador - e a razão mais óbvia é mesmo a monetária: "Ele não tem necessidade de roubar, tem o seu próprio dinheiro e é muito.

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Não tem a necessidade de fazer o que faz Blatter, que se acha o todo-poderoso e nunca deu um pontapé numa bola de futebol", atirou. As suspeitas de corrupção de que fala Maradona, aliás, já levaram a que a FIFA perdesse alguns patrocinadores.

Lembre-se que Joseph Blatter já é presidente do organismo desde 1998 (tendo entrado para a FIFA em 1975), pelo que concorre agora para o seu quinto mandato consecutivo. Essa é outra das fortes razões para Maradona querer que o suíço largue a cadeira do poder. "Estou motivado para dizer a Blatter que se vá embora, que já chega, que já fez muito mal ao futebol", argumentou.

Contudo, o projeto de Ali Bin Al Hussein também motiva o eterno ídolo argentino. Entre as medidas que o jordano pretende implementar, caso vença as eleições para a presidência da FIFA, está a criação de campos de futebol em setores pobres da África e da América Latina, para apoiar as crianças e encontrar novos talentos futebolísticos.

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Além dos já citados Joseph Blatter e Ali Bin Al Hussein, convém recordar que também o português Luís Figo e o líder da federação holandesa, Michael van Praag, são candidatos ao sufrágio que vai decorrer durante o congresso da FIFA, em Zurique, no dia 29 de maio.