No #Ténis, Richard Gasquet levou a melhor no Estoril Open de 2015, ao derrotar Nick Kyrgios na final pelos parciais de 6-3 e 6-2. Um triunfo numa final que durou «apenas» uma hora e quatro minutos. O francês já tinha disputado duas finais da ronda portuguesa, e agora alcançou o título. Em 2007 havia perdido para Novak Djokovic, enquanto Juan Martin del Potro derrotou Gasquet em 2012. Já Kyrgios estreou-se no jogo decisivo na prova disputada no Clube de Ténis do Estoril.

Portugueses eliminados cedo

Rui Machado acabou por ser o português que chegou mais longe no Estoril Open deste ano, sendo afastado na segunda ronda.

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O algarvio tentava repetir os quartos-de-final de 2010, mas não se conseguiu impor perante Borna Coric. O altamente conceituado João Sousa ficou pelo caminho logo no início da prova, ao não avançar precisamente num duelo contra Rui Machado. Pela ronda inaugural ficou igualmente Gastão Elias, vacilando perante Kenny de Schepper depois de chegar aos quartos-de-final nos dois anos anteriores.

Na competição destinada aos pares, Treat Huey/Scott Lipsky foram a dupla vencedora, superando os espanhóis Marc López/David Marrero por 6-1 e 6-4, num jogo que durou menos de 50 minutos. López e Marrero foram, curiosamente, os «carrascos» de uma das duplas portuguesas. A última a ser eliminada entre as nacionais foi a de João Sousa/Gastão Elias, na segunda ronda.

Primeiro ano da «nova vida» do Estoril Open

Esta edição de 2015 do Estoril Open ficou marcada por diversas novidades, e embora seja, de certa forma, uma continuidade do torneio organizado por João Lagos até há dois anos, tem um novo figurino. O novo director da prova é João Zilhão e o Clube de Ténis do Estoril sucede ao Complexo Desportivo do Jamor como sede do evento, o que reduziu naturalmente a capacidade das bancadas.

Já no ano passado terminara o quadro feminino e o nome tinha mudado para Portugal Open em 2013, salvando-se o torneio este ano depois do seu futuro ser muito ameaçado por questões de índole financeira.

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João Lagos, recorde-se, saiu da organização depois de não encontrar um encaixe financeiro que lhe permitisse avançar. A 3Love, formada por diversos empresários ligados à organização de eventos (entre os quais a Polaris Sport de Jorge Mendes) foi a «salvadora» do Estoril Open em ténis.