O português César Martingil, da Liberty Seguros - Carglass, vai percorrer este sábado, 18 de Julho, a 3ª etapa da Volta a Portugal do Futuro de camisola amarela. O jovem ciclista de 20 anos de idade alcançou o primeiro lugar da competição Sub-23 em #Ciclismo com o mesmo tempo que o russo Vadim Zhuravlev, da Lokosphinkx. Os quase 80 atletas, representativos de 12 equipas, seis das quais estrangeiras, percorreram esta sexta-feira os 135 quilómetros da 2ª etapa entre Alvaiázere e Oliveira do Hospital. A prova terminará no domingo com a meta instalada em Oliveira de Azeméis.

Depois de na primeira etapa, que ligou Pombal a Ansião, nas Terras de Sicó, ter sido o melhor português ao cortar a meta na terceira classificação, César Martingil conquistou no final da segunda etapa a sempre ambicionada camisola amarela. "Não é todos os dias que chegamos à camisola amarela e hoje sinto que a sorte esteve comigo", afirmou o ciclista, natural do distrito de Santarém, no final da prova.

O jovem ciclista da Liberty Seguros - Carglass é o 11.º classificado da Volta, a 1m27s; porém, na soma das duas etapas já cumpridas, tornou-se no melhor. Contudo, regista o mesmo tempo que o russo Vadim Zhuravlev. O terceiro lugar da tabela é ocupado pelo espanhol Rubén Sanchez, da Café Banqué, a mesma equipa de Julen Amezqueta, que foi o primeiro a cortar a linha da meta em Oliveira do Hospital. A formação espanhola lidera a classificação por equipas.

Este sábado disputa-se a terceira etapa da Volta a Portugal do Futuro, numa viagem de 116,5 quilómetros entre Viseu e S. Pedro do Sul (São Macário). Apesar de ser a etapa mais curta desta 23ª edição da prova, é considerada a mais complicada. A partida será dada às 12:40 horas no Fontelo, na cidade viseense. Ao longo do percurso os corredores irão pontuar nas Metas Volantes, instaladas em Tondela, Campo de Besteiros e São Pedro do Sul, bem como no prémio de Montanha de 3ª categoria, em Campo de Besteiros. Diz a organização que "as verdadeiras dificuldades estarão reservadas para a meta na Serra de São Macário", visto tratar-se de uma "contagem de 1ª categoria que há muito não é utilizada no ciclismo".