Está instaurada a polémica na alta roda do #Ténis mundial, após um bate-boca entre Martina Navratilova e Sergiy Stakhovsky. Se dentro dos courts Serena Williams e Garbiñe Muguruza se desembaraçaram das adversárias e agendaram uma final inédita em Wimbledon, a verdade é que fora da quadra o debate está mais intenso do que nunca. Primeiro foi Navratilova a afirmar a presença de homossexuais entre os tenistas. Em jeito de resposta, Stackhovsky não só negou, como afirmou que "metade das jogadoras são lésbicas".

O debate sobre a homossexualidade no ténis terá começado quando a sempre controversa Martina Navratilova, homossexual assumida, admitiu que no circuito masculino (ATP) existem "alguns gays".

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A ex-tenista checa, uma das maiores campeãs de sempre, costuma ter umas tiradas bastante polémicas, mas desta vez não ficou sem resposta.

Tudo porque o tenista ucraniano Sergiy Stakhovsky, quase mais conhecido pelo que diz do que pelo que faz em court, saiu em defesa dos colegas de profissão. O número 49 do ranking mundial de ténis confirmou, em declarações ao jornal russo XSport, que "não existem homossexuais no top-100" do circuito masculino.

Sobre Navratilova, Stakhovsky admite que a ex-campeã pode conhecer o que se passa entre as senhoras, mas nada sobre o circuito masculino. "Temos uma atmosfera normal no ATP. Se alguém fosse homossexual nós saberíamos, porque é um circuito fechado", começou por dizer o tenista de 29 anos.

Entre os tenistas mais consagrados, é sobre Richard Gasquet que recaem mais suspeitas quanto à orientação sexual, tantas vezes comentada na imprensa.

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E também sobre o francês, semi-finalista em Wimbledon, Stakhovsky teve uma palavra a dizer. E não só. "Antes falava-se do Gasquet e do Nadal. Até do Federer. Não vou meter as mãos no fogo por todos, sobretudo pela nova geração, mas no top-100 não há gays, de certeza", declarou o controverso Sergiy Stakhovsky, ao XSport.

Mas se o tenista ucraniano tem tantas certezas sobre o circuito masculino, também não tem muitas dúvidas no circuito do sexo oposto. Para Stakhovsky, Navratilova terá falado sobre os homens por aquilo que conhece no ténis feminino. E aí, sim, o ucraniano admite que existe homossexualidade. "Grande parte das jogadoras são lésbicas. Imaginem, metade das tenistas. É por isso que não vou meter a minha filha a jogar ténis", comentou o ucraniano.

E vocês, o que pensam deste assunto tão delicado: Terá razão Stakhovsky? Ou será antes um comportamento homofóbico e machista do tenista? Deixem os vossos comentários abaixo.