Portugal vai viver esta tarde de domingo uma tarde histórica no ténis, com três jogadores a disputarem finais de torneios internacionais. João Sousa vai disputar a final do torneio ATP250 de Valência, em Espanha, Gastão Elias vai tentar vencer o torneio Challenger de Lima, no Perú, e Frederico Silva vai jogar o jogo decisivo do torneio Future de Sharm El Sheikh, no Egipto. Apesar de categorias distintas, este é um grande feito para o #Ténis português que graças a João Sousa tem tido uma grande exposição. Apenas Frederico Silva jogará com um jogador menos cotado.

João Sousa voltou a marcar presença numa final do circuito ATP, a quarta da temporada.

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Venceu nas meias-finais do torneio ATP250 de Valência o canadiano Vasek Pospisil por um seguro duplo 6-4. O número 46 do ranking mundial irá defrontar na final o espanhol Bautista Agut o 24.º jogador da hierarquia mundial. Apesar do favoritismo por jogar em casa e ser um jogador mais cotado, é importante salientar que Sousa já o venceu esta temporada, nas meias-finais do torneio de Umag, na Croácia.

Gastão Elias, actualmente no 182.º lugar do ranking ATP, teve uma grande semana no torneio Challenger de Lima que culmina com a final deste domingo. O português bateu o quinto cabeça-de-série do torneio e 120.º do mundo, o argentino Facundo Arguello, na primeira ronda num jogo disputado a três sets, mas a partir daí não mais cedeu qualquer set na sua jornada até chegar à final. No jogo decisivo o português das Caldas da Rainha vai defrontar o eslovaco Andrej Martin, actualmente no 118.º lugar do ranking ATP.

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Já Frederico Silva defendeu, até ao momento, com sucesso o seu estatuto de primeiro cabeça-de-série do torneio Future de Sharm El Sheikh, no Egipto. No caminho até à final, o português teve de derrotar outros dois cabeças-de-série: o britânico Richard Gabb e o belga Julien Dubail. Na final Silva vai ter pela frente o terceiro cabeça-de-série do torneio, o sérvio Marko Tepavac, o número 397 do ranking ATP. Frederico Silva ocupa actualmente o 331.º lugar da hierarquia mundial.

Falta agora cumprir aquela que pode ficar na história como a jornada mais brilhante da história do ténis mundial. Todos a torcer pelos tenistas portugueses.