Foi recentemente anunciado pelo AKI que será feito um investimento total de 70 milhões de euros em Portugal, durante os próximos cinco anos. Este investimento será para remodelação das actuais lojas e abertura de novos pontos de venda. Depois de terem crescido gradualmente ao longo dos últimos sete anos, a multinacional aposta agora numa renovação dos serviços prestados e aceleração do seu crescimento em Portugal. Espera-se que no próximo ano o AKI abra entre três a cinco lojas, sendo que a primeira deverá ser inaugurada no primeiro trimestre de 2015 em Oeiras.

Segundo Andrés Osto, director-geral da rede especializada Aki "O cliente está a mudar e já estamos a beneficiar disso.

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Mas ainda há um caminho enorme…". O aumento das vendas tem demonstrado uma alteração dos hábitos nos consumidores portugueses e dessa forma a multinacional pretende aproveitar essa oportunidade para crescer. Pode ser um resultado da crise que tem assombrado os portugueses nos últimos anos ou apenas uma alteração dos seus hábitos impulsionados por programas de TV, a verdade é que os portugueses passaram a dedicar mais tempo e dinheiro em remodelações e bricolage. Reflexo disso mesmo é o constante aumento da facturação da empresa, que em 2014 rondou os 170 milhões de euros, ou seja um crescimento de 6% face a 2013.

Até à data, o AKI apenas abria lojas em localidades com mais de 50 mil habitantes, no entanto pretendem agora alterar esse conceito e abranger localidades que possuam entre 20 mil a 40 mil habitantes.

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Desta forma, passam a ter um conceito de maior proximidade com a população. Neste momento o AKI conta com 30 lojas em Portugal e espera atingir as 40 lojas até 2019, através deste plano de investimento. Bragança, Torres novas e Portimão (inaugurada recentemente) são alguns dos locais escolhidos para as novas lojas.

O investimento não passa só pela abertura de lojas, mas também pela informatização dos seus serviços. Como forma de se diferenciar no mercado, o AKI vai apostar numa maior proximidade com o cliente final também através de um acompanhamento mais personalizado. Os seus colaboradores vão passar a dispor de um smartphone com os contactos dos clientes que pretendam solicitar conselhos, informações ou apresentar dúvidas directamente ao "seu" vendedor.