Em Janeiro de 2015, Mário Draghi, presidente do BCE, anunciou um programa de promoção facilitada de crédito para estimular contratações e investimentos na economia da Europa e como um esforço contra a deflação que pode gerar desemprego e baixa produção nas indústrias. O BCE - Banco Central Europeu - iniciou em 9 de março o Quantitative Easing, um programa que visa estimular a economia por intermédio do mecanismo de compra e de venda de títulos públicos dos países que integram a Zona Euro. O objetivo é colocar dinheiro na economia, no montante de 60 mil milhões de euros por mês, para que, até setembro de 2016 ou até a inflação chegar a 2%, se alcance o montante de 1,1 triliãode euros na economia da Comunidade Europeia.

Banco Central Europeu

O BCE comprará títulos de dívidas dos Estados da comunidade europeia, como o Banco Alemão de Desenvolvimento ou o Banco de Desenvolvimento Europeu, que emitem títulos de crédito com juros fixados e vencimentos programados em troca de empréstimos monetários. Tais títulos de crédito estão na iminência de serem negociados no mercado financeiro para a compra e venda. Tal iminência é aplicável apenas para investidores institucionais e #Bancos de mercado secundário, sem financiamento direto no alcance estatal. 

Com a alta da procura, os valores aumentam e os títulos com preços altos proporcionam rendimentos baixos, já que a taxa estipulada foi fixada uma vez considerada uma década de prazo. Então, conclui-se que os investidores procurem outras formas de investimento. Não se sabe ao certo se os investimentos chegarão à disponibilização de empréstimos a pessoas físicas e jurídicas, mas existe essa possibilidade segundo especialistas.

Objetivos do BCE

A compra dos títulos, como já mencionado acima, é estabilizar o euro, já que a inflação apresentou nos últimos meses índices negativos. Seja como for, com o anúncio do programa, o euro desvalorizou-se perante o dólar e isso faz aumentar o interesse por títulos públicos de outros países, proporcionando mais lucros pelo período de uma década, por exemplo. Além da queda do euro, a queda do petróleo é outro sinal de recuperação para a economia europeia. Logo, os governos da União Europeia devem contribuir para a recuperação da zona Euro através das suas reformas.