#Cristiano Ronaldo viu o seu contrato com o Novo Banco não ser renovado, estratégia que está de acordo com o plano de redução de custos implementado pela direcção do actual banco. Segundo noticia hoje, dia 29 de Julho, o “Diário Económico”, o Novo Banco dispensou os serviços publicitários, bem como a imagem do futebolista, cumprindo até ao fim com o contrato que o melhor jogador do mundo assinou com o BES. Nesse acordo, Ronaldo disponibilizava a sua imagem para “spots” publicitários e presença nos cartazes do BES. Apesar de o contrato só ter terminado no final de 2014, o Novo Banco nunca optou por usar a imagem do mediático jogador.

O melhor jogador do mundo viu uma instituição bancária dispensar os seus preciosos serviços de imagem, algo nunca antes visto na carreira de um dos atletas mais seguidos nas redes sociais em todo o mundo. O valor comercial da imagem de Cristiano Ronaldo é astronómico, ajudando o BES a arrecadar uma grande quantidade de depósitos sempre que ele aparecia nos seus cartazes e anúncios publicitários. Contudo, o Novo Banco está em claro regime de cortes de custo, tendo já dispensado 410 funcionários dos seus quadros no último ano, como noticia o “Económico”.

Apesar do contrato com Cristiano Ronaldo ter sido assinado pela direcção do BES, os responsáveis pelo Novo Banco decidiram respeitar o acordo assinado, cumprindo assim com as suas obrigações até ao final do ano passado. Segundo uma fonte ligada ao processo revelou ao site do “Económico”, a direcção do Novo Banco poderia ter utilizado a imagem do melhor jogador português de todos os tempos, visto que ainda tinha o direito de imagem de Ronaldo, mas os responsáveis pela instituição bancária optaram por não o fazer, provavelmente devido à imediata associação que o grande público faria ao BES, caso Cristiano Ronaldo desse a cara pelo Novo Banco.

Esta dispensa foi apenas uma das medidas implementadas pelos responsáveis do banco, que pretendem reduzir custos o mais rapidamente possível, para tapar o buraco que o BES deixou. Segundo o “Correio da Manhã”, para além do despedimento de mais de 400 funcionários, os quadros superiores do Novo Banco perderam algumas das suas regalias. Viajar só quando é estritamente necessário é uma delas. #Bancos