Foi publicado hoje um vídeo que está já a gerar grande revolta nas redes sociais. Na Figueira da Foz, um grupo de jovens juntou-se para agredir gratuitamente um colega com chapadas, socos e pontapés. O caso ficou conhecido porque um dos agressores filmou tudo e fez questão de divulgar nas redes sociais o facto como se fosse um troféu, uma conquista ou um motivo de orgulho praticar tal acto para com um jovem que sozinho não tinha qualquer hipótese de defesa. No vídeo pode-se ver que cada um tira a sua vez, como se fosse uma senha de espera numa fila do supermercado, a agredir o jovem que, ao não ter ninguém que o defendesse perante tamanha covardia, não teve outra hipótese. No vídeo pode-se ver o prazer que o grupo de jovens tinha na prática deste acto e inclusivamente se vêem as raparigas a fazerem "testes de força" na cara da vítima.

O vídeo está já a gerar revolta nas redes sociais e vários são os comentários de inúmeras pessoas revoltadas com toda esta situação a exigirem que justiça seja feita, embora a mesma ainda seja muito branda nestes casos. Algumas das pessoas que comentaram conhecem o jovem agredido e já fizeram a devida participação às autoridades na esperança de trazer os responsáveis, embora aparentem ser menores de idade, à justiça. Uma das raparigas que aparece no vídeo a agredir o jovem já eliminou a sua conta no Facebook.

São inúmeros, e cada vez maiores, estes casos não só em Portugal como também em outros países. São vários os cibernautas e personalidades conhecidas do grande público que exigem medidas mais eficazes contra estes actos não só ao nível da justiça, mas também na #Educação de crianças, jovens e adultos. Estes actos, para além de constituírem uma grande ameaça à integridade física, podem deixar uma marca psicológica irreparável nas vítimas. Recentemente nos Estados Unidos de América um pai castigou severamente o seu filho depois de saber que ele tinha maltratado um colega.

O vídeo ainda está no Youtube e pode ser visto pesquisando por "Jovem é vítima de bullying na Figueira da foz". Avisamos que as imagens e o vocabulário utilizado podem ferir susceptibilidades.