Iniciou-se no dia 20 do presente mês de julho a 1ª fase do concurso nacional de acesso ao #Ensino superior, que decorre até ao dia 7 de agosto. Milhares de estudantes do ensino secundário candidatam-se ao curso pretendido todos os anos, estando este ano marcado pela redução de vagas (menos 265 em comparação com 2014) nas universidades e institutos politécnicos. O número de vagas (50555) é, assim, o menor dos últimos seis anos em Portugal. Apesar destes números, muitos cursos do ensino superior português continuam a ser pioneiros na Europa e até no mundo, sendo estes bastantes reconhecidos pela sua elevada preparação prática e grande conteúdo teórico.

Uma das licenciaturas mais inovadoras de que há memória chega ao concurso nacional de acesso ao ensino superior este ano: Engenharia Geoespacial na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). Neste curso inovador e pioneiro em Portugal, a Faculdade tem como objetivo formar licenciados com competências várias na área da produção, gestão e análise da informação geoespacial. Através de um plano curricular moderno e virado para as tecnologias digitais mais atuais, a instituição garante assim uma formação universitária adequada às necessidades das empresas privadas e instituições públicas que recorrem e necessitam deste tipo de informação especializada.

Estão abertas 20 vagas, em regime diurno, sendo as provas específicas de acesso Física e Química A e Matemática A. O plano de estudos inclui disciplinas de diversas áreas científicas, tais como Ciências da Informação Geoespacial, Matemática, Informática, Física, Economia, Biologia, Geologia, entre outros, distribuídas por 3 anos (6 semestres). As saídas profissionais deste curso distribuem-se maioritariamente por empresas na área das tecnologias da informação, no setor das telecomunicações, na área da cartografia, construção civil e na área da arquitetura e urbanismo.

A Professora Ana Catita, pertencente ao Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia da FCUL explicou, num vídeo publicado no site da faculdade, as linhas principais desta nova licenciatura: "Um aluno que venha fazer Engenharia Geoespacial vai adquirir todo o conhecimento necessário, essencialmente, para aprender todas as técnicas de posicionamento (...) utilizadas nas mais variadas áreas da indústria e do nosso mercado atual. Para além disso, aprende também muita técnica que permite produzir cartografia digital, a qual é usada por todos nós nos dias de hoje". Para além dos objetivos descritos, a docente explicita também que a empregabilidade para os licenciados neste curso tem perspetivas de crescimento, não só devido à excelente e única formação proporcionada aos alunos pela instituição, mas também em grande parte à grande facilidade de adaptação ao mercado de trabalho demonstrada pelos alunos da faculdade.

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, muito prestigiada pela qualidade de ensino que proporciona aos seus alunos e pelos projetos de investigação que lá se desenvolvem, aposta assim nesta nova e inovadora licenciatura, virada para o futuro. Para mais informações poderá consultar o site da faculdade. #Educação