Até aos anos setenta do século XX, a maioria dos países europeus bem como da América do Norte detinham uma posição firme em relação às leis da imigração, com o intuito de permitir a entrada a apenas aqueles que não só iriam beneficiar o país adotivo, mas também que trariam algum tipo de benefício em troca. Assim que as regras mudaram, o mundo descarrilou.

Nos últimos anos é cada vez mais claro o preço incomportável que os países europeus e a América do Norte estão obrigados a pagar por causa da sua "flexibilidade" regulamentar em relação à imigração em massa das minorias étnicas para dentro das suas fronteiras. Alguns vêm procurar trabalho, melhorar o seu padrão de vida ou escapar de um conflito regional que tenha ameaçado as suas vidas.

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Eu não sou contra estender a mão àqueles que necessitam, mas quando isso traz a semente da nossa própria destruição como indivíduos ou como sociedade, é aqui que coloco o meu limite. Exponho aqui uma analogia simples para demonstrar o meu ponto de vista:

Um dia um estranho bate à porta e diz-lhe: "A minha vida lá fora não é boa, eu quero viver consigo!". Mesmo a pessoa mais humana, liberal e de mente aberta sobre a face da terra, pensará com muito cuidado antes de dar o seu consentimento a tal coisa, e mesmo assim, tomará todas as precauções necessárias para garantir que tal decisão não voltará para assombrá-la ou (como acontece literalmente muitas vezes) rebentar-lhe na cara.

Então, a minha pergunta é: por que devemos implementar estas medidas preventivas dentro de nossa casa e ignorar tudo o que acontece no nosso bairro, cidade ou país?

A imigração pode ser uma ferramenta para renovar a sociedade e para revigorá-la enquanto for usada na medida certa, com a quantidade correta de averiguações e análises a fim de proteger a sociedade hospedeira e, acima de tudo, para ter certeza de que é realmente benéfico para ambos os lados.

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Existem 3 princípios que todos os imigrantes devem cumprir para ser aceites no país de destino:

  1. O candidato deve ser leal e servir primeiro e acima de tudo os interesses do país de acolhimento;
  2. O candidato deve dar o seu melhor para assimilar as tradições e o modo de vida do país anfitrião de tal forma que não cause qualquer impacto negativo sobre a sociedade existente;
  3. O candidato deverá contribuir para a economia do país acolhedor tal como qualquer cidadão produtivo, e não esperar ser mantido indefinidamente e viver à custa do seu hospedeiro.

Acho que isso é o mínimo que deve ser esperado porque qualquer contradição a estes 3 princípios pode significar apenas uma as seguintes coisas ou a sua combinação. O candidato vem com uma agenda ditada pelos interesses de um outro país/sociedade/fé. O candidato acabará por criar uma comunidade segregada que irá tornar-se um fardo social/cultural ou mesmo perturbar o atual modo de vida. O candidato veio viver no país anfitrião como um parasita esperando receber benefícios mas contribuindo muito pouco, se alguma coisa.

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Muitos países europeus chegaram hoje à conclusão de que abriram as suas portas aos imigrantes que vieram pelas razões erradas, e a população local está a sofrer em consequência da falta de consideração das implicações previsíveis. Em muitos países as pessoas não andam com segurança depois de escurecer, certos bairros e regiões tornaram-se pobres e oprimidos pelo crime (em alguns locais a polícia não ousa sequer entrar). Em alguns sítios, são os imigrantes que ditam aos moradores locais o código de vestuário ou outras coisas básicas do dia-a-dia.

A Europa teve recentemente uma epifania devido aos acontecimentos acima mencionados e muitos mais que não referi, mas pode ser tarde demais para alguns no sentido de reverter a situação ou mesmo para fazer algo a respeito. Para aqueles que ainda é possível, é hora de rever a legislação de imigração e certificarmo-nos de que não iremos acordar de um pesadelo saído do próprio cunho.