A ideia para a aplicação de gás natural liquefeito (GNL) no transporte rodoviário português surgiu de um conjunto de propostas RTE-T, de 2013, sob o lema "descarbonização/substituição do petróleo e redução dos custos ambientais", que obtiveram financiamento por parte da União Europeia. As entidades do setor público e privado, tais como os fornecedores de energia, fabricantes de automóveis, empresas de mercadorias e demais organizações estão por detrás deste projeto. A Agência de Execução para a Inovação e as Redes da Comissão Europeia (INE) ficaram de "olho" no empreendimento e na sua correta aplicação e uso. A conclusão destas regras foi anunciadas para o final deste ano.

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O financiamento rondou um valor superior a 150.000 euros.

A política verde na UE continua a ganhar forma a cada dia, mas, desta feita, com um combustível ecológico e barato, para a redução das emissões provenientes dos vagões de mercadorias em solo europeu. A substância em causa, o GNL, no caso concreto português, vem de um contrato com a Nigerian Liquified Gas (NLNG), descarregado na vizinha Espanha, no terminal de Huelva, seguindo, depois, para o nosso país. O terminal metaneiro de Sines foi designado para a receção do mesmo gás faz quase 15 anos.

Qualquer hipotética anomalia no uso de gás natural liquefeito para o transporte de mercadorias em Portugal será identificada pela Agência de Execução para a Inovação e as Redes da Comissão Europeia (INE). Entidade, esta, que anteriormente designava-se de Trans-European Transport Network Executive Agency (TEM-T EA) e tinha por objetivo a gestão técnica e financeira de programas, como o mecanismo de interligação da Europa (CEF), Horizonte 2020, RTE-T e Marco pólo 2007-2013.

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Esta forma de ação na área ambiental não é de agora, daí a existência de corredores azuis com postos GNL a cada 400 km para abastecimento de camiões de mercadorias. A destacar que a primeira estação deste género em Portugal foi criada em Mirandela, em 2013. Esta medida visou melhorias em termos ecológicos e redução de custos com os combustíveis. #Ambiente