Uma menina de 5 anos foi mordida na cara quando brincava em casa com um cão. O caso ocorreu em Ferreiras, no concelho de Albufeira, no Algarve. A criança foi levada pelos próprios pais às urgências e teve de ser transferida em ambulância para o hospital de Faro, e daí para Lisboa. Só dois dias depois é que a família comunicou a ocorrência às autoridades. O animal, de raça “Grand Danois”, foi enviado para um canil de Beja onde está a ser avaliado o seu comportamento.

Podia ter sido uma tragédia ainda maior. Ao final do dia de quarta-feira, dia 13 de Janeiro, uma criança de apenas 5 anos estava em casa a brincar com o cão de grande porte que pertence à família. Sem que nada pudesse prever, o animal acabou por morder a menina na cara, arrancando-lhe uma parte da bochecha, segundo revela o jornal Correio da Manhã. Em estado de pânico, os pais acabaram por agarrar na criança e levaram-na às urgências básicas do Centro de Saúde de Albufeira.

Depois de prestados os primeiros socorros, a menina foi transferida para o hospital de Faro (Centro Hospitalar do Algarve). Contudo, perante os ferimentos causados pela mordidela do cão, a vítima viria a ser transportada, numa ambulância da Cruz Vermelha, para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde permanece internada, mas livre de perigo.

Só nesta sexta-feira, dois dias depois do sucedido é que a família comunicou a ocorrência às autoridades, designadamente à Guarda Nacional Republicana, que desenvolveu os procedimentos estabelecidos para aquele tipo de ocorrência. O cão, de raça “Grand Danois”, com cerca de 60 quilos, foi colocado em quarentena num canil de Beja, onde vai ser avaliado o seu comportamento durante as próximas duas semanas. Citada pelo Correio da Manhã, a veterinária municipal Cristina Simões refere que o possível abate do animal “será sempre uma decisão de última instância”, e depende sempre da decisão dos proprietários. Até porque, a maioria dos ataques “acontecem devido a acidentes e não porque o cão é agressivo ou perigoso”. #Animais #Casos Médicos