Uma adolescente de 16 anos morreu na tarde de quinta-feira, 1 de Setembro, colhida por um comboio. Apesar das causas do trágico acidente não estarem totalmente esclarecidas, as autoridades policiais estão convictas de que a jovem estaria a falar ao telemóvel, ou a ouvir música, não se tendo apercebido da aproximação da composição ferroviária. O maquinista não conseguiu imobilizar o veículo a tempo de evitar o #Atropelamento e ficou em estado de choque, tendo necessitado de apoio psicológico. A tragédia aconteceu em Portimão, no Algarve.

Desconhecem-se as verdadeiras circunstâncias que estiveram na origem do atropelamento ferroviário que vitimou Micaela Santos Gavaia. O alerta para o acidente chegou à central do Comando Distrital das Operações de Socorro (CDOS) da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) por cerca das 16 horas desta quinta-feira, 1 de Setembro. Dava conta de um atropelamento na linha ferroviária, a cerca de um quilómetro da Estação de Portimão, na localidade de Boavista. Quando os bombeiros chegaram ao local depararam-se com o cadáver de uma mulher, sem ter consigo qualquer documento de identificação, mas aparentando ter cerca de 20 anos. Mais tarde viria a confirmar-se tratar-se de uma Micaela Santos Gavaia, uma adolescente de 16 anos residente naquela cidade algarvia.

Para além de operacionais do Corpo de Bombeiros de Portimão, estiveram também no local, elementos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), agentes da Polícia de Segurança Pública e inspectores da Directoria do Sul da Polícia Judiciária. Apesar de a investigação ainda estar em curso, as autoridades suspeitam que a jovem caminhava ao longo da linha ferroviária, com auscultadores ligados a um telemóvel, presumivelmente a falar com alguém ou a ouvir música, não se tendo apercebido da circulação de um comboio que fazia a ligação entre Lagos e Portimão. Não conseguindo evitar o atropelamento, o maquinista da composição ferroviária, ficou em estado de choque, tendo sido assistido pela unidade móvel de apoio psicológico do INEM. A circulação ferroviária esteve interrompida naquela zona durante cerca de uma hora e meia para que fosse realizada a operação de remoção do cadáver. #Óbito #Acidente Ferroviário