O confronto #Benfica - FC Porto acontece já este domingo, 26 de Abril às 17h, no Estádio da Luz. A rivalidade entre os dois clubes de futebol é sobejamente conhecida, mas há sempre curiosidades a descobrir. Depois de termos recordado 4 momentos que ajudaram a que o clássico entre Benfica e FC Porto esteja envolto em clima quase "bélico", conheça os restantes 4 momentos que completam a nossa lista.

Troca de palavras antes dos confrontos

É habitual, na semana anterior a qualquer clássico, incendiar-se o ambiente de jogo, com declarações polémicas e pequenos comentários que chegam à imprensa onde são distribuídos para todo o país, originando assim um clima de batalha em todas as cidades onde haja portistas e benfiquistas. Geralmente, estes comentários são feitos por figuras públicas, mas é normal ver-se jogadores, treinadores e dirigentes, que são intervenientes directos no jogo, a deixarem no ar a tentativa de descredibilizar o adversário. Isso acontece regularmente, e antes de quase todos os clássicos.

Treinadores carismáticos

Ter um José Mourinho a dizer que "custe o que custar, vamos ser campeões", ou um Jorge Jesus a dizer que não viu o jogo do FC Porto, pode ser meio caminho andado para originar um ambiente de muita tensão entre duas equipas com tantos adeptos. Há já uma longa linha, quase tradicional, onde os treinadores apontam armas ao rival sempre que as coisas não correm pela positiva, e isso vai-se acumulando ao longo das épocas, tanto nas costas do clube, como dos adeptos, embora os treinadores lá não continuem. Mas nem sempre corre bem, como no caso recente de Paulo Fonseca, que, aliado às más exibições da equipa, viu as suas 'farpas' ao rival servirem apenas como motivo de chacota.

Atitudes insólitas por parte dos clubes

O já referido bagaço no artigo anterior é só uma das atitudes insólitas por parte do FC Porto. Ter um GNR para controlar a direcção adversária, com agressões, ter seguranças a agredir jornalistas, entre outras coisas, é no mínimo insólito e anti desportivo. Mas do lado do Benfica também as há, como o apagar de luzes depois de um clássico, havendo sério risco de invasão de campo e violência,

Queixas de arbitragem

Este é o momento que não escapa a nenhum clássico, pois seja qual for a equipa derrotada, dirá sempre que o árbitro esteve mal. Apitar um clássico deve ser das tarefas mais arriscadas e com mais potenciais consequências que existe em Portugal, e já chegou ao ponto de um adepto encarnado entrar em campo para agredir um fiscal de linha.

Seja qual for o resultado, é certo que haverá polémica dentro e fora do campo, e a nós, só nos resta desejar que vença a melhor equipa, mas nem sempre é isso que acontece. #F.C.Porto